
O Partido Progressistas (PP) do Rio Grande do Sul vive mais um momento de divisão interna, cenário recorrente ao longo das eleições estaduais. Em 2026, as fissuras voltam a ganhar força e impactam diretamente as definições do partido para o próximo pleito ao Palácio Piratini.
Neste clima de impasse, está marcada para esta terça-feira, dia 20, uma reunião do diretório estadual do PP, que deve deliberar sobre três questões centrais: a permanência ou não do partido no governo de Eduardo Leite (PSD); a definição de quem será o pré-candidato do PP ao Piratini; e o rumo das alianças para a disputa estadual.
Atualmente, o PP integra o governo Eduardo Leite, com dois secretários e o líder do governo na Assembleia Legislativa. No entanto, o partido discute se permanece na base governista ou se rompe a aliança. Outro ponto sensível é a escolha do nome que representará o PP na disputa ao Executivo estadual: o deputado federal e presidente estadual do partido, Covatti Filho, ou o deputado estadual Ernani Polo, que recentemente deixou a Secretaria de Desenvolvimento Econômico.
Também está em debate o posicionamento do PP nas alianças para o fim do ano. O partido avalia se mantém a parceria com Eduardo Leite, integrando uma possível chapa liderada pelo vice-governador Gabriel Souza (MDB), ou se ingressa em uma aliança com o PL, que tem como pré-candidato ao governo o deputado federal Luciano Zucco.
O encontro, no entanto, já nasce sob contestação. Um grupo de lideranças do partido considera a reunião ilegítima, alegando que o prazo é curto para decisões dessa magnitude. Entre os argumentos estão o fato de Ernani Polo ter deixado recentemente o governo, o que teria limitado suas articulações, além da avaliação de que o debate ocorre cedo demais, antes das definições nacionais que podem influenciar diretamente o cenário estadual.
Os impasses atuais também refletem disputas e estratégias adotadas pelo PP em eleições passadas, cujos desdobramentos ainda ecoam no partido. As quatro últimas disputas pelo governo do Estado deixaram marcas internas que ajudam a explicar o momento de instabilidade vivido pela sigla.
Lagoa Vermelha está diretamente representada nesse processo por meio de Lucas Mota, secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, e de Gabriel Vieira, ex-vereador e integrante da Executiva do PP, que acompanham de perto as discussões e os desdobramentos do partido em nível estadual.


O Partido Progressistas (PP) do Rio Grande do Sul vive mais um momento de divisão interna, cenário recorrente ao longo das eleições estaduais. Em 2026, as fissuras voltam a ganhar força e impactam diretamente as definições do partido para o próximo pleito ao Palácio Piratini.
Neste clima de impasse, está marcada para esta terça-feira, dia 20, uma reunião do diretório estadual do PP, que deve deliberar sobre três questões centrais: a permanência ou não do partido no governo de Eduardo Leite (PSD); a definição de quem será o pré-candidato do PP ao Piratini; e o rumo das alianças para a disputa estadual.
Atualmente, o PP integra o governo Eduardo Leite, com dois secretários e o líder do governo na Assembleia Legislativa. No entanto, o partido discute se permanece na base governista ou se rompe a aliança. Outro ponto sensível é a escolha do nome que representará o PP na disputa ao Executivo estadual: o deputado federal e presidente estadual do partido, Covatti Filho, ou o deputado estadual Ernani Polo, que recentemente deixou a Secretaria de Desenvolvimento Econômico.
Também está em debate o posicionamento do PP nas alianças para o fim do ano. O partido avalia se mantém a parceria com Eduardo Leite, integrando uma possível chapa liderada pelo vice-governador Gabriel Souza (MDB), ou se ingressa em uma aliança com o PL, que tem como pré-candidato ao governo o deputado federal Luciano Zucco.
O encontro, no entanto, já nasce sob contestação. Um grupo de lideranças do partido considera a reunião ilegítima, alegando que o prazo é curto para decisões dessa magnitude. Entre os argumentos estão o fato de Ernani Polo ter deixado recentemente o governo, o que teria limitado suas articulações, além da avaliação de que o debate ocorre cedo demais, antes das definições nacionais que podem influenciar diretamente o cenário estadual.
Os impasses atuais também refletem disputas e estratégias adotadas pelo PP em eleições passadas, cujos desdobramentos ainda ecoam no partido. As quatro últimas disputas pelo governo do Estado deixaram marcas internas que ajudam a explicar o momento de instabilidade vivido pela sigla.
Lagoa Vermelha está diretamente representada nesse processo por meio de Lucas Mota, secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, e de Gabriel Vieira, ex-vereador e integrante da Executiva do PP, que acompanham de perto as discussões e os desdobramentos do partido em nível estadual.
