Governo não atendeu alerta de cheias, diz Rodrigo Lorenzoni


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Foto: Rodrigo Savedra 23/05/2024

O deputado Rodrigo Lorenzoni (PL) se manifestou nas redes sociais, sobre as declarações do governador publicadas ontem na imprensa. Para justificar a falta de planos para conter cheias, Eduardo Leite afirmou que “estudos alertaram, mas o governo também vive de outras agendas.”

De acordo com Rodrigo, assim que o estado retomar a mínima normalidade, a Assembleia Legislativa deverá promover uma profunda investigação sobre a real situação fiscal e administrativa do RS.

“Os gaúchos precisam saber a verdade”, diz Rodrigo, “porque quando o governador é confrontado com suas falhas e erros, ele alega dificuldade com o equilíbrio fiscal. Mas, quando convém, para justificar gastos supérfluos como os 80 milhões para publicidade institucional, a narrativa é outra”.

Líder da bancada do PL, Rodrigo apresentou seis emendas ao Orçamento 2024, que previam recursos para desastres naturais. Essas emendas foram rejeitadas e o governo alegou que “janelas orçamentárias” poderiam compor o orçamento das áreas de prevenção e enfrentamento de tragédias como as que atingiram o Vale do Taquari, em setembro do ano passado.

O deputado Rodrigo Lorenzoni (PL) se manifestou nas redes sociais, sobre as declarações do governador publicadas ontem na imprensa. Para justificar a falta de planos para conter cheias, Eduardo Leite afirmou que “estudos alertaram, mas o governo também vive de outras agendas.”

De acordo com Rodrigo, assim que o estado retomar a mínima normalidade, a Assembleia Legislativa deverá promover uma profunda investigação sobre a real situação fiscal e administrativa do RS.

“Os gaúchos precisam saber a verdade”, diz Rodrigo, “porque quando o governador é confrontado com suas falhas e erros, ele alega dificuldade com o equilíbrio fiscal. Mas, quando convém, para justificar gastos supérfluos como os 80 milhões para publicidade institucional, a narrativa é outra”.

Líder da bancada do PL, Rodrigo apresentou seis emendas ao Orçamento 2024, que previam recursos para desastres naturais. Essas emendas foram rejeitadas e o governo alegou que “janelas orçamentárias” poderiam compor o orçamento das áreas de prevenção e enfrentamento de tragédias como as que atingiram o Vale do Taquari, em setembro do ano passado.

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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