Governador sanciona lei que cria o programa Professor do Amanhã


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Foto: Gustavo Mansur 04/10/2023

Em reunião na manhã desta quarta-feira (4/10), o governador Eduardo Leite sancionou a lei que cria o programa Professor do Amanhã. O projeto de lei, que concede bolsas para formação de docentes em cursos de licenciatura, foi aprovado por unanimidade na Assembleia Legislativa e representa uma pauta estratégica do governo. Nesta primeira oferta, serão disponibilizadas mil vagas.

O programa será coordenado pelo Gabinete de Projetos Especiais (GPE), que tem à sua frente o vice-governador Gabriel Souza, e executado pela Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia (Sict). O objetivo é formar docentes em áreas importantes para o fortalecimento da educação básica no Rio Grande do Sul.

A iniciativa é inédita no Brasil e concederá bolsas mensais de permanência de R$ 800 aos alunos, além de outros R$ 800 para a instituição comunitária de ensino superior como forma de custeio da vaga. A previsão é de que o programa receba R$ 57,6 milhões em investimentos até 2026. Os cursos serão oferecidos em áreas estratégicas.

O governador ressaltou a importância do programa para contribuir com a formação de profissionais qualificados e aumentar a atratividade da carreira, buscando melhorar a capacitação do corpo docente do Estado. "Professores bem-preparados são a espinha dorsal de qualquer sistema educacional de qualidade, e é isso que precisamos”, assegurou. “Investir em programas que promovam a formação contínua, a valorização da carreira docente e o acesso a recursos educacionais atualizados não apenas atrai profissionais talentosos para a área, mas também eleva o padrão de ensino, beneficiando diretamente os alunos.” Leite ainda destacou que “um corpo docente capacitado e motivado é essencial para preparar as futuras gerações para os desafios do mundo moderno, contribuindo para o crescimento e desenvolvimento sustentável da sociedade".

O vice-governador afirmou que o programa tem como objetivo central formar professores alinhados com a pedagogia do século 21 e combater o déficit de professores no Estado. “O Professor do Amanhã é uma política pública que busca atrair novos jovens para a carreira do magistério, prevendo o pagamento não só da licenciatura em uma universidade comunitária, mas também uma bolsa mensal ao estudante”, explicou.

Gabriel ressaltou a importância das instituições comunitárias do Rio Grande do Sul pelo pertencimento que elas têm em seus territórios e a qualidade do ensino, destacando que o programa é também um “gesto de reconhecimento” a elas.

Conforme a secretária da Educação, Raquel Teixeira, o Rio Grande do Sul enfrenta um problema que se estende por todas as unidades da federação, relativo à baixa procura por cursos de licenciatura e de pedagogia. “Esse projeto ataca um problema que está em todo o Brasil, que é uma queda na demanda por cursos de licenciatura. Há uma série de razões que justificam esse apagão: falta de atratividade da carreira e a complexidade de ensinar em uma sala com 30 crianças são algumas delas. O mundo tem se organizado em uma nova forma de cobrar a educação de crianças e jovens, e não há como os nossos cursos de graduação não abordarem de forma científica e sistêmica a questão das competências socioemocionais. Precisamos nos adaptar para que os jovens cheguem ao mundo com capacidade para resolver os desafios temáticos, econômicos e sociais que nós enfrentamos”, ressaltou.

A titular da Sict, Simone Stülp, lembrou o quanto é importante a formação básica de crianças e jovens para que também se continue avançando na ciência, tecnologia e inovação. “Tratamos sobre temas muito especiais, tanto o da educação quanto o da importância das universidades comunitárias do Rio Grande do Sul. Acredito que este seja um primeiro momento que vai gerar frutos do trabalho conjunto que estamos fazendo. Nós precisamos pensar com muito carinho na formação das nossas crianças e jovens, pois, sem isso, não podemos pensar em avanços na ciência, tecnologia e inovação. Este é um programa construído a partir de uma pluralidade de olhares, com o foco em que tipo de professores teremos para atender as demandas atuais”, afirmou.

Em reunião na manhã desta quarta-feira (4/10), o governador Eduardo Leite sancionou a lei que cria o programa Professor do Amanhã. O projeto de lei, que concede bolsas para formação de docentes em cursos de licenciatura, foi aprovado por unanimidade na Assembleia Legislativa e representa uma pauta estratégica do governo. Nesta primeira oferta, serão disponibilizadas mil vagas.

O programa será coordenado pelo Gabinete de Projetos Especiais (GPE), que tem à sua frente o vice-governador Gabriel Souza, e executado pela Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia (Sict). O objetivo é formar docentes em áreas importantes para o fortalecimento da educação básica no Rio Grande do Sul.

A iniciativa é inédita no Brasil e concederá bolsas mensais de permanência de R$ 800 aos alunos, além de outros R$ 800 para a instituição comunitária de ensino superior como forma de custeio da vaga. A previsão é de que o programa receba R$ 57,6 milhões em investimentos até 2026. Os cursos serão oferecidos em áreas estratégicas.

O governador ressaltou a importância do programa para contribuir com a formação de profissionais qualificados e aumentar a atratividade da carreira, buscando melhorar a capacitação do corpo docente do Estado. "Professores bem-preparados são a espinha dorsal de qualquer sistema educacional de qualidade, e é isso que precisamos”, assegurou. “Investir em programas que promovam a formação contínua, a valorização da carreira docente e o acesso a recursos educacionais atualizados não apenas atrai profissionais talentosos para a área, mas também eleva o padrão de ensino, beneficiando diretamente os alunos.” Leite ainda destacou que “um corpo docente capacitado e motivado é essencial para preparar as futuras gerações para os desafios do mundo moderno, contribuindo para o crescimento e desenvolvimento sustentável da sociedade".

O vice-governador afirmou que o programa tem como objetivo central formar professores alinhados com a pedagogia do século 21 e combater o déficit de professores no Estado. “O Professor do Amanhã é uma política pública que busca atrair novos jovens para a carreira do magistério, prevendo o pagamento não só da licenciatura em uma universidade comunitária, mas também uma bolsa mensal ao estudante”, explicou.

Gabriel ressaltou a importância das instituições comunitárias do Rio Grande do Sul pelo pertencimento que elas têm em seus territórios e a qualidade do ensino, destacando que o programa é também um “gesto de reconhecimento” a elas.

Conforme a secretária da Educação, Raquel Teixeira, o Rio Grande do Sul enfrenta um problema que se estende por todas as unidades da federação, relativo à baixa procura por cursos de licenciatura e de pedagogia. “Esse projeto ataca um problema que está em todo o Brasil, que é uma queda na demanda por cursos de licenciatura. Há uma série de razões que justificam esse apagão: falta de atratividade da carreira e a complexidade de ensinar em uma sala com 30 crianças são algumas delas. O mundo tem se organizado em uma nova forma de cobrar a educação de crianças e jovens, e não há como os nossos cursos de graduação não abordarem de forma científica e sistêmica a questão das competências socioemocionais. Precisamos nos adaptar para que os jovens cheguem ao mundo com capacidade para resolver os desafios temáticos, econômicos e sociais que nós enfrentamos”, ressaltou.

A titular da Sict, Simone Stülp, lembrou o quanto é importante a formação básica de crianças e jovens para que também se continue avançando na ciência, tecnologia e inovação. “Tratamos sobre temas muito especiais, tanto o da educação quanto o da importância das universidades comunitárias do Rio Grande do Sul. Acredito que este seja um primeiro momento que vai gerar frutos do trabalho conjunto que estamos fazendo. Nós precisamos pensar com muito carinho na formação das nossas crianças e jovens, pois, sem isso, não podemos pensar em avanços na ciência, tecnologia e inovação. Este é um programa construído a partir de uma pluralidade de olhares, com o foco em que tipo de professores teremos para atender as demandas atuais”, afirmou.

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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