Fecomércio-RS critica alta da Selic para 15% e cobra ajuste fiscal baseado em corte de gastos


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Foto: Divulgação 20/06/2025

O presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, reagiu à decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de elevar a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 15,00% ao ano, classificando o movimento como um reflexo da busca da autoridade monetária por credibilidade diante do cenário econômico instável.

“A elevação da Selic em 0,25 p.p., levando-a a alcançar 15,00% a.a., reflete um Banco Central que quer reforçar sua credibilidade no compromisso com a meta de inflação, em um cenário que apresenta ainda atividade econômica resiliente, mercado de trabalho aquecido, expectativas desancoradas, muita incerteza quanto ao equilíbrio das contas públicas, além de um cenário internacional complexo”, afirmou Bohn.

O dirigente destacou que o país vive um dos ciclos de aperto monetário mais severos da história recente e alertou para os efeitos negativos que isso causa na população e no setor produtivo. “É unanimidade que o aperto monetário que estamos vivenciando é histórico e penaliza muito a população e as empresas brasileiras”, reforçou.

Para Bohn, embora os juros já devessem estar em trajetória de queda, essa redução depende da criação de condições fiscais sólidas. Ele defende que o equilíbrio das contas públicas seja alcançado por meio da redução e racionalização dos gastos, e não pelo aumento de tributos, como tem sido adotado pelo governo.

“Ajuste fiscal não deve vir com mais impostos. É preciso coragem para enfrentar os verdadeiros gargalos do gasto público e criar um ambiente sustentável para a queda dos juros”, concluiu.

O presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, reagiu à decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de elevar a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 15,00% ao ano, classificando o movimento como um reflexo da busca da autoridade monetária por credibilidade diante do cenário econômico instável.

“A elevação da Selic em 0,25 p.p., levando-a a alcançar 15,00% a.a., reflete um Banco Central que quer reforçar sua credibilidade no compromisso com a meta de inflação, em um cenário que apresenta ainda atividade econômica resiliente, mercado de trabalho aquecido, expectativas desancoradas, muita incerteza quanto ao equilíbrio das contas públicas, além de um cenário internacional complexo”, afirmou Bohn.

O dirigente destacou que o país vive um dos ciclos de aperto monetário mais severos da história recente e alertou para os efeitos negativos que isso causa na população e no setor produtivo. “É unanimidade que o aperto monetário que estamos vivenciando é histórico e penaliza muito a população e as empresas brasileiras”, reforçou.

Para Bohn, embora os juros já devessem estar em trajetória de queda, essa redução depende da criação de condições fiscais sólidas. Ele defende que o equilíbrio das contas públicas seja alcançado por meio da redução e racionalização dos gastos, e não pelo aumento de tributos, como tem sido adotado pelo governo.

“Ajuste fiscal não deve vir com mais impostos. É preciso coragem para enfrentar os verdadeiros gargalos do gasto público e criar um ambiente sustentável para a queda dos juros”, concluiu.

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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