
Seis itens compõem a pauta preliminar de reivindicação da Famurs que será apresentada pelo presidente da Famurs e prefeito de Tapejara, Seger Menegaz, ao próximo governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori. Eleito neste domingo (27/10), o ex-prefeito de Caxias do Sul receberá da entidade o pedido de aplicação efetiva e não só no papel de 12% do orçamento do Estado na saúde, de melhorias nas estradas gaúchas e de mais investimentos no transporte escolar. Também estão na agenda da Federação a proposta de desoneração das compras municipais, o apoio do governo do Estado na redistruibuição dos royalties do petróleo e o aumento da oferta de energia elétrica no interior. "Ajuda o fato do Sartori ser ex-prefeito e, portanto, conhecer bem as dificuldades enfrentadas no dia a dia das prefeituras, afirmou Menegaz. O presidente da Famurs espera adesão do novo governador à uma das bandeiras da atual administração a isenção do ICMS pago pelas prefeituras ao governo do Estado. Não tem lógica a tributação sobre a merenda escolar, sobre o material de construção para habitação de interesse social e sobre as obras de calçamento, justificou Menegaz.

Seis itens compõem a pauta preliminar de reivindicação da Famurs que será apresentada pelo presidente da Famurs e prefeito de Tapejara, Seger Menegaz, ao próximo governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori. Eleito neste domingo (27/10), o ex-prefeito de Caxias do Sul receberá da entidade o pedido de aplicação efetiva e não só no papel de 12% do orçamento do Estado na saúde, de melhorias nas estradas gaúchas e de mais investimentos no transporte escolar. Também estão na agenda da Federação a proposta de desoneração das compras municipais, o apoio do governo do Estado na redistruibuição dos royalties do petróleo e o aumento da oferta de energia elétrica no interior. "Ajuda o fato do Sartori ser ex-prefeito e, portanto, conhecer bem as dificuldades enfrentadas no dia a dia das prefeituras, afirmou Menegaz. O presidente da Famurs espera adesão do novo governador à uma das bandeiras da atual administração a isenção do ICMS pago pelas prefeituras ao governo do Estado. Não tem lógica a tributação sobre a merenda escolar, sobre o material de construção para habitação de interesse social e sobre as obras de calçamento, justificou Menegaz.