Extinção de municípios é uma proposta absurda, diz prefeito de Capão Bonito do Sul


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Foto: Arquivo FN 08/11/2019

Na área da AMUNOR – Associação de Municípios do Nordeste Riograndense – que congrega 19 municípios, aproximadamente 70% de seus membros, seriam extintos se o Congresso Nacional aprovar o projeto do governo federal de extinguir os municípios com população inferior a cinco mil habitantes e receita própria de até 10%. Este fato dimensiona a repercussão que há, na região, a proposição da equipe econômica do governo federal subscrita pelo presidente Jair Bolsonaro.

Prefeito Felippe Júnior Rieth, de Capão Bonito do Sul, município que poderá ser extinto, e primeiro vice-presidente da AMUNOR, ouvido pela Folha do Nordeste, mostrou-se indignado:

 “O municipalismo luta há mais de 30 anos por um pacto federativo justo e que valorize os municípios. E agora, um projeto construído de cima para baixo, sem o protagonismo requerido pelas entidades representativas, apresenta uma proposta absurda e sem as mínimas chances de aprovação, causando, desta forma, um descrédito inimaginável para este Governo.

Se aprovado, sem dúvidas, será um grande retrocesso para a nação, pois estas cidades levam equilíbrio social e oportunidades onde antes não existiam”.

Na área da AMUNOR – Associação de Municípios do Nordeste Riograndense – que congrega 19 municípios, aproximadamente 70% de seus membros, seriam extintos se o Congresso Nacional aprovar o projeto do governo federal de extinguir os municípios com população inferior a cinco mil habitantes e receita própria de até 10%. Este fato dimensiona a repercussão que há, na região, a proposição da equipe econômica do governo federal subscrita pelo presidente Jair Bolsonaro.

Prefeito Felippe Júnior Rieth, de Capão Bonito do Sul, município que poderá ser extinto, e primeiro vice-presidente da AMUNOR, ouvido pela Folha do Nordeste, mostrou-se indignado:

 “O municipalismo luta há mais de 30 anos por um pacto federativo justo e que valorize os municípios. E agora, um projeto construído de cima para baixo, sem o protagonismo requerido pelas entidades representativas, apresenta uma proposta absurda e sem as mínimas chances de aprovação, causando, desta forma, um descrédito inimaginável para este Governo.

Se aprovado, sem dúvidas, será um grande retrocesso para a nação, pois estas cidades levam equilíbrio social e oportunidades onde antes não existiam”.

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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