
A proposta de extinção de municípios, que atingirá 226 comunidades do Rio Grande do Sul, “hoje, não passa”, declarou à Folha do Nordeste o deputado federal Ronaldo Santini. “Acho muito difícil ser aprovada e até acredito que a proposta tenha vindo como bode na sala para negociar retirada”, enfatizou o parlamentar do PTB.
Segundo Ronaldo Santini “no Rio Grande do Sul, a quase a totalidade das cidades emancipadas a população alega ter melhorado muito em relação a condição que tinha quando distrito”.
“Os municípios, de um modo geral, vêm sendo sobrecarregados com ações e programas que a união e os estados deveriam cumprir e não o fazem”, comentou o parlamentar, completando: “Veja por exemplo os repasses da saúde sempre atrasados, da educação sempre atrasados e assim por diante”.
“O que precisa ser rediscutido no novo pacto federativo seria o papel de cada ente separando as atribuições. A gestão tripartite não funciona. A simples devolução a condição de distrito sobrecarregaria os Municípios que ficassem responsáveis pelos demais e não teria a menor condição de atender a população”.
“Imagine Lagoa Vermelha recebendo de volta Capão Bonito do Sul, Caseiros e André da Rocha e tendo que prover Saúde, Educação, estradas vicinais, etc.”, questiona Ronaldo Santini.
Sobre a repercussão política da proposta do governo federal ainda não foi sentida, na avaliação do deputado Santini, por que o assunto pegou todos de surpresa. Na próxima semana o termômetro será mais preciso, finalizou o parlamentar.

A proposta de extinção de municípios, que atingirá 226 comunidades do Rio Grande do Sul, “hoje, não passa”, declarou à Folha do Nordeste o deputado federal Ronaldo Santini. “Acho muito difícil ser aprovada e até acredito que a proposta tenha vindo como bode na sala para negociar retirada”, enfatizou o parlamentar do PTB.
Segundo Ronaldo Santini “no Rio Grande do Sul, a quase a totalidade das cidades emancipadas a população alega ter melhorado muito em relação a condição que tinha quando distrito”.
“Os municípios, de um modo geral, vêm sendo sobrecarregados com ações e programas que a união e os estados deveriam cumprir e não o fazem”, comentou o parlamentar, completando: “Veja por exemplo os repasses da saúde sempre atrasados, da educação sempre atrasados e assim por diante”.
“O que precisa ser rediscutido no novo pacto federativo seria o papel de cada ente separando as atribuições. A gestão tripartite não funciona. A simples devolução a condição de distrito sobrecarregaria os Municípios que ficassem responsáveis pelos demais e não teria a menor condição de atender a população”.
“Imagine Lagoa Vermelha recebendo de volta Capão Bonito do Sul, Caseiros e André da Rocha e tendo que prover Saúde, Educação, estradas vicinais, etc.”, questiona Ronaldo Santini.
Sobre a repercussão política da proposta do governo federal ainda não foi sentida, na avaliação do deputado Santini, por que o assunto pegou todos de surpresa. Na próxima semana o termômetro será mais preciso, finalizou o parlamentar.