
Buscando qualificar o ensino, a Faculdade de Medicina da Universidade de Passo Fundo (FM/UPF) realizou, na terça-feira, 18 de abril, uma mesa redonda para discutir e promover a extensão universitária. O encontro, que ocorreu no auditório Biomédico da FM, Campus II UPF, teve como objetivo proporcionar um espaço de debates sobre a extensão e seus desafios na unidade acadêmica. Todas as terceiras terças-feiras do mês nós temos o ciclo de palestras na Faculdade de Medicina e trazemos uma temática que está emergente entre a comunidade interna ou na comunidade externa. Temos em torno de 500 alunos e aproximadamente a metade do corpo discente está envolvida com projetos de extensão seja com bolsa ou de forma voluntária, o que justifica a importância da discussão, destacou a coordenadora de extensão da Faculdade de Medicina, Cristiane Barelli. De acordo com Cristiane, a Lei de Diretrizes e Bases do Ministério da Educação determina que 10% da formação do aluno seja na área da extensão, razão pela qual vem se discutindo a curricularização da extensão. A extensão trabalha em uma lógica de aprender junto, então, quando vamos a uma comunidade e passamos a ter um olhar crítico sobre aquela realidade, construímos juntos alternativas, e, dessa forma, estamos fazendo o processo formativo mais ético, cidadão e responsável, destacou. O desafio de curricularizar a extensão A programação contou com a participação da vice-reitora de Extensão e Assuntos Comunitários, professora Bernadete Dalmolin, que abordou o tema a A extensão universitária na UPF: situação atual e desafios. A sala de aula é todo lugar que a gente aprende, ela não precisa ser necessariamente dentro de um prédio, ela pode ser junto a um projeto ou atendimento junto à comunidade. Então, a ideia é que nós possamos fazer com que a sala de aula seja mais prazerosa e ativa, estando envolvida também por outros atores que compõem a sociedade, disse. De acordo com a vice-reitora Bernadete, a extensão é um pilar fundamental para formação, e, por entender que a universidade precisa estar mais próxima das demandas sociais, se tem buscado um currículo mais aberto. Há muitos exemplos de situações que precisam ser enfrentadas no setor de saúde e que nós temos ainda bastante limite de intervenção. Dentre eles, é possível citar o atendimento à população LGBT e a prevenção em saúde, que é uma questão que parece simples, mas, na verdade, estamos perdendo para as doenças crônicas. Por tudo isso, nós, enquanto instituição formadora, precisamos pensar problematizando essas demandas, destacou. O evento contou ainda com a presença do professor Claudio Wagner, que apresentou um relato sobre a experiência do projeto de extensão Programa de Atenção ao Portador de Déficit de Atenção e Hiperatividade (PADAH); e do professor Rubens Rodrigues, que falou sobre a experiência do Projeto Liga de Patologia.

Buscando qualificar o ensino, a Faculdade de Medicina da Universidade de Passo Fundo (FM/UPF) realizou, na terça-feira, 18 de abril, uma mesa redonda para discutir e promover a extensão universitária. O encontro, que ocorreu no auditório Biomédico da FM, Campus II UPF, teve como objetivo proporcionar um espaço de debates sobre a extensão e seus desafios na unidade acadêmica. Todas as terceiras terças-feiras do mês nós temos o ciclo de palestras na Faculdade de Medicina e trazemos uma temática que está emergente entre a comunidade interna ou na comunidade externa. Temos em torno de 500 alunos e aproximadamente a metade do corpo discente está envolvida com projetos de extensão seja com bolsa ou de forma voluntária, o que justifica a importância da discussão, destacou a coordenadora de extensão da Faculdade de Medicina, Cristiane Barelli. De acordo com Cristiane, a Lei de Diretrizes e Bases do Ministério da Educação determina que 10% da formação do aluno seja na área da extensão, razão pela qual vem se discutindo a curricularização da extensão. A extensão trabalha em uma lógica de aprender junto, então, quando vamos a uma comunidade e passamos a ter um olhar crítico sobre aquela realidade, construímos juntos alternativas, e, dessa forma, estamos fazendo o processo formativo mais ético, cidadão e responsável, destacou. O desafio de curricularizar a extensão A programação contou com a participação da vice-reitora de Extensão e Assuntos Comunitários, professora Bernadete Dalmolin, que abordou o tema a A extensão universitária na UPF: situação atual e desafios. A sala de aula é todo lugar que a gente aprende, ela não precisa ser necessariamente dentro de um prédio, ela pode ser junto a um projeto ou atendimento junto à comunidade. Então, a ideia é que nós possamos fazer com que a sala de aula seja mais prazerosa e ativa, estando envolvida também por outros atores que compõem a sociedade, disse. De acordo com a vice-reitora Bernadete, a extensão é um pilar fundamental para formação, e, por entender que a universidade precisa estar mais próxima das demandas sociais, se tem buscado um currículo mais aberto. Há muitos exemplos de situações que precisam ser enfrentadas no setor de saúde e que nós temos ainda bastante limite de intervenção. Dentre eles, é possível citar o atendimento à população LGBT e a prevenção em saúde, que é uma questão que parece simples, mas, na verdade, estamos perdendo para as doenças crônicas. Por tudo isso, nós, enquanto instituição formadora, precisamos pensar problematizando essas demandas, destacou. O evento contou ainda com a presença do professor Claudio Wagner, que apresentou um relato sobre a experiência do projeto de extensão Programa de Atenção ao Portador de Déficit de Atenção e Hiperatividade (PADAH); e do professor Rubens Rodrigues, que falou sobre a experiência do Projeto Liga de Patologia.