Estado está há 21 dias sem registro de morte de mamíferos aquáticos por gripe aviária


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Divulgação 04/01/2024

O Rio Grande do Sul não registra morte de mamíferos aquáticos por influenza aviária de alta patogenicidade, a H5N1, desde 12 de dezembro de 2023. No ano que passou, o Estado teve cinco focos de gripe aviária, todos em animais silvestres.

“Seguimos com as atividades de vigilância observacional em aves de subsistência, granjas avícolas e locais de aglomeração de aves silvestres, além de fiscalizações de biosseguridade em granjas avícolas comerciais e atendimentos de notificações de casos suspeitos”, destaca a coordenadora do Programa Estadual de Sanidade Avícola da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), Ananda Kowalski.

Em paralelo às ações do Serviço Veterinário Estadual, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) convocou todos os médicos veterinários responsáveis pelos controles higiênico-sanitários das granjas avícolas, a fim de declarar o cumprimento dos requisitos de biosseguridade dos estabelecimentos que estejam sob sua responsabilidade.

A influenza aviária afeta principalmente aves, mas, além dos mamíferos aquáticos, pode ocasionalmente atingir cães, gatos e humanos que tenham contato direto com animais infectados.

 

Recomendações

Nas férias de verão, em que o litoral gaúcho recebe um grande fluxo de visitantes, é necessário reforçar recomendações como:

Não se aproximar ou tentar socorrer animais feridos ou doentes;

Não se aproximar de animais mortos;

Evitar circular com cães, gatos ou outros animais domésticos na beira da praia.

Não há risco à saúde de quem consumir alimentos cozidos ou industrializados, como ovos e aves.

Caso encontre animais mortos ou doentes nas praias, notifique as autoridades locais ou os órgãos do Estado pelo WhatsApp:

 

(51) 98445-2033 - Agricultura

(51) 98593-1288 - Meio Ambiente

O Rio Grande do Sul não registra morte de mamíferos aquáticos por influenza aviária de alta patogenicidade, a H5N1, desde 12 de dezembro de 2023. No ano que passou, o Estado teve cinco focos de gripe aviária, todos em animais silvestres.

“Seguimos com as atividades de vigilância observacional em aves de subsistência, granjas avícolas e locais de aglomeração de aves silvestres, além de fiscalizações de biosseguridade em granjas avícolas comerciais e atendimentos de notificações de casos suspeitos”, destaca a coordenadora do Programa Estadual de Sanidade Avícola da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), Ananda Kowalski.

Em paralelo às ações do Serviço Veterinário Estadual, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) convocou todos os médicos veterinários responsáveis pelos controles higiênico-sanitários das granjas avícolas, a fim de declarar o cumprimento dos requisitos de biosseguridade dos estabelecimentos que estejam sob sua responsabilidade.

A influenza aviária afeta principalmente aves, mas, além dos mamíferos aquáticos, pode ocasionalmente atingir cães, gatos e humanos que tenham contato direto com animais infectados.

 

Recomendações

Nas férias de verão, em que o litoral gaúcho recebe um grande fluxo de visitantes, é necessário reforçar recomendações como:

Não se aproximar ou tentar socorrer animais feridos ou doentes;

Não se aproximar de animais mortos;

Evitar circular com cães, gatos ou outros animais domésticos na beira da praia.

Não há risco à saúde de quem consumir alimentos cozidos ou industrializados, como ovos e aves.

Caso encontre animais mortos ou doentes nas praias, notifique as autoridades locais ou os órgãos do Estado pelo WhatsApp:

 

(51) 98445-2033 - Agricultura

(51) 98593-1288 - Meio Ambiente

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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