Em reunião mediada pela Assembleia, bancos tratam de linhas de crédito para universidades


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Foto: Joel Vargas 18/05/2020

O presidente da Assembleia, Ernani Polo (PP), mediou encontro virtual, na manhã desta segunda-feira (18), com representantes de universidades comunitárias gaúchas que reivindicam linha de crédito emergencial como forma de enfrentar a crise financeira gerada pelo coronavírus. O encontro contou com a participação de diretores do Banrisul, Badesul e BRDE, além de deputados estaduais. A principal decisão foi a criação de um grupo de trabalho para estruturar uma linha de apoio às instituições de ensino.

Antes da fala principal do encontro, do presidente da FGV (Fundação Getúlio Vargas), Carlos Ivan Simonsen Leal, Polo abriu a reunião apresentando os participantes e destacando a importância de se construir soluções de apoio neste momento de dificuldade. Já Leal fez relato da transformação da Fundação Getúlio Vargas ao longo das últimas décadas. No fim dos anos 1970, a FGV tinha as finanças combalidas, segundo ele. Na década seguinte, com redução de verbas e irregularidades em sua distribuição, muitos funcionários competentes saíram por conta de cortes implementados. A partir de meados da década passada, começou a oferta de novos cursos de aperfeiçoamento, ampliando a forma de atuação da instituição. 

A virada da situação da FGV para um momento de maior tranquilidade financeira e de avanços educacionais teve um momento peculiar: Leal aproveitava os horários de almoço para trocar informações com suas equipes e antecipar as metas que tinha à frente da FGV. Hoje, a regra a seguir internamente é a qualidade em todos os processos, baseada em um mapa estratégico definido. Segundo Leal, o caminho para melhorar a condição das instituições passa por aumentar a produtividade, além do corte de despesas e ampliação de receitas. 

Leal sugeriu aos gestores das universidades que invistam em pesquisas, em áreas diversificadas para dividir o risco em caso de dificuldades com alguma linha de estudo. Segundo ele, um problema comum é quando uma instituição tem recursos limitados e investe tudo numa área apenas.

 

O presidente da Assembleia, Ernani Polo (PP), mediou encontro virtual, na manhã desta segunda-feira (18), com representantes de universidades comunitárias gaúchas que reivindicam linha de crédito emergencial como forma de enfrentar a crise financeira gerada pelo coronavírus. O encontro contou com a participação de diretores do Banrisul, Badesul e BRDE, além de deputados estaduais. A principal decisão foi a criação de um grupo de trabalho para estruturar uma linha de apoio às instituições de ensino.

Antes da fala principal do encontro, do presidente da FGV (Fundação Getúlio Vargas), Carlos Ivan Simonsen Leal, Polo abriu a reunião apresentando os participantes e destacando a importância de se construir soluções de apoio neste momento de dificuldade. Já Leal fez relato da transformação da Fundação Getúlio Vargas ao longo das últimas décadas. No fim dos anos 1970, a FGV tinha as finanças combalidas, segundo ele. Na década seguinte, com redução de verbas e irregularidades em sua distribuição, muitos funcionários competentes saíram por conta de cortes implementados. A partir de meados da década passada, começou a oferta de novos cursos de aperfeiçoamento, ampliando a forma de atuação da instituição. 

A virada da situação da FGV para um momento de maior tranquilidade financeira e de avanços educacionais teve um momento peculiar: Leal aproveitava os horários de almoço para trocar informações com suas equipes e antecipar as metas que tinha à frente da FGV. Hoje, a regra a seguir internamente é a qualidade em todos os processos, baseada em um mapa estratégico definido. Segundo Leal, o caminho para melhorar a condição das instituições passa por aumentar a produtividade, além do corte de despesas e ampliação de receitas. 

Leal sugeriu aos gestores das universidades que invistam em pesquisas, em áreas diversificadas para dividir o risco em caso de dificuldades com alguma linha de estudo. Segundo ele, um problema comum é quando uma instituição tem recursos limitados e investe tudo numa área apenas.

 

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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