
O governador Eduardo Leite participou, na quarta-feira (21), de um fórum voltado às concessões rodoviárias no Rio Grande do Sul, realizado na sede do Sindicato das Empresas de Transportes de Carga e Logística no RS (Setcergs), em Porto Alegre. O encontro foi promovido pelo Setcergs em parceria com a Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul) e reuniu representantes do setor produtivo e da área de logística.
Durante o evento, o governador detalhou o programa estadual de concessões rodoviárias, esclareceu questionamentos e ouviu demandas do segmento empresarial. O foco principal do debate foi o Bloco 1 de concessões, que abrange rodovias das regiões Metropolitana, Hortênsias e Litoral Norte. O projeto já passou por consulta pública e atualmente está em avaliação pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que analisa possíveis ajustes na modelagem.
Já o Bloco 2, que contempla estradas do Vale do Taquari e da região Norte do Estado, concluiu a fase de consulta pública e tem leilão previsto para o dia 13 de março.
Leite destacou que o Rio Grande do Sul possui atualmente apenas 199 quilômetros de rodovias duplicadas, o que representa menos de 2% da malha viária. Segundo o governador, o modelo de concessões é a alternativa viável para acelerar os investimentos em infraestrutura. Ele ressaltou que, em quatro décadas, o Estado conseguiu duplicar pouco menos de 50 quilômetros com recursos próprios, enquanto o novo modelo prevê cerca de 600 quilômetros duplicados em um período de dez anos.
O governador também reforçou que o governo estadual mantém diálogo aberto com entidades e usuários para aprimorar os projetos, especialmente no que diz respeito à localização de pórticos e à redução do custo das tarifas. No entanto, enfatizou que a ausência de concessões comprometeria o desenvolvimento do Estado. Para Leite, a ampliação da infraestrutura rodoviária é essencial para reduzir custos logísticos, aumentar a competitividade da economia e garantir mais segurança aos usuários das estradas.
Os investimentos previstos nos Blocos 1 e 2 superam R$ 12 bilhões ao longo de contratos de 30 anos, incluindo duplicações, construção de novas rodovias, terceiras faixas, melhoria da sinalização, monitoramento e atendimento 24 horas. A expectativa é de que as concessões ampliem a segurança viária, melhorem a trafegabilidade e impulsionem o desenvolvimento econômico no Rio Grande do Sul.


O governador Eduardo Leite participou, na quarta-feira (21), de um fórum voltado às concessões rodoviárias no Rio Grande do Sul, realizado na sede do Sindicato das Empresas de Transportes de Carga e Logística no RS (Setcergs), em Porto Alegre. O encontro foi promovido pelo Setcergs em parceria com a Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul) e reuniu representantes do setor produtivo e da área de logística.
Durante o evento, o governador detalhou o programa estadual de concessões rodoviárias, esclareceu questionamentos e ouviu demandas do segmento empresarial. O foco principal do debate foi o Bloco 1 de concessões, que abrange rodovias das regiões Metropolitana, Hortênsias e Litoral Norte. O projeto já passou por consulta pública e atualmente está em avaliação pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que analisa possíveis ajustes na modelagem.
Já o Bloco 2, que contempla estradas do Vale do Taquari e da região Norte do Estado, concluiu a fase de consulta pública e tem leilão previsto para o dia 13 de março.
Leite destacou que o Rio Grande do Sul possui atualmente apenas 199 quilômetros de rodovias duplicadas, o que representa menos de 2% da malha viária. Segundo o governador, o modelo de concessões é a alternativa viável para acelerar os investimentos em infraestrutura. Ele ressaltou que, em quatro décadas, o Estado conseguiu duplicar pouco menos de 50 quilômetros com recursos próprios, enquanto o novo modelo prevê cerca de 600 quilômetros duplicados em um período de dez anos.
O governador também reforçou que o governo estadual mantém diálogo aberto com entidades e usuários para aprimorar os projetos, especialmente no que diz respeito à localização de pórticos e à redução do custo das tarifas. No entanto, enfatizou que a ausência de concessões comprometeria o desenvolvimento do Estado. Para Leite, a ampliação da infraestrutura rodoviária é essencial para reduzir custos logísticos, aumentar a competitividade da economia e garantir mais segurança aos usuários das estradas.
Os investimentos previstos nos Blocos 1 e 2 superam R$ 12 bilhões ao longo de contratos de 30 anos, incluindo duplicações, construção de novas rodovias, terceiras faixas, melhoria da sinalização, monitoramento e atendimento 24 horas. A expectativa é de que as concessões ampliem a segurança viária, melhorem a trafegabilidade e impulsionem o desenvolvimento econômico no Rio Grande do Sul.
