Eduardo Leite anuncia que vai renunciar ao governo do RS, mas fica no PSDB


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Foto: Maicon Hinrichsen / Divulgação 28/03/2022

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, anunciou nesta segunda-feira que vai renunciar ao cargo, mas permanecerá no PSDB. O gaúcho tinha um convite do PSD do ex-ministro Gilberto Kassab para entrar na corrida presidencial. Leite deve se colocar à disposição do PSDB para voltar à corrida presidencial, apesar de ter perdido as prévias para o governador de São Paulo, João Doria.   — Vou renunciar ao poder, mas não renunciar à política (...) É o dia do fico no meu partido (PSDB) — afirmou Leite, em vídeo exibido antes do anúncio oficial.

Agora, pessoas próximas entendem que há uma oportunidade que se abre para o gaúcho diante das discussões de uma candidatura única entre PSDB, Cidadania, União Brasil e MDB. Nos últimos dias, o governador ouviu lideranças desses partidos de centro que demonstraram contrariedade com a ideia de uma migração para o PSD, já que Kassab não participou das discussões de uma candidatura única com esses partidos. Com a negativa, Kassab deve apostar as fichas na pré-candidatura do ex-governador do Espírito Santo Paulo Hartung.  Para os aliados de Leite, a aliança com os partidos de centro estaria acima da disputa das primárias tucanas. O entendimento desse grupo é de que o nome de Leite seja mais palatável para uma composição, caso Doria siga sem decolar nas pesquisas de intenção de voto. Esse movimento, porém, visa minar a candidatura de Doria.

Neste domingo, Doria, afirmou que a existência de qualquer articulação no PSDB para retirá-lo das eleições presidenciais configura um “golpe”. A declaração foi dada após a movimentação de parte dos tucanos para ignorar as prévias realizadas em novembro — com vitória de Doria — em prol de uma candidatura de Eduardo Leite, derrotado no pleito interno.

Outro ponto que pesou na decisão foi a avaliação de que havia risco de isolamento no PSD, cuja bancada na Câmara dos Deputados é formada, em sua maioria, por aliados do ex-presidente Lula e do presidente Jair Bolsonaro. Por outro lado, lideranças do PSDB fizeram apelos e assinaram uma carta que pedia que o gaúcho permanecesse na sigla, onde construiu sua trajetória por 21 anos. Antes de chegar ao Palácio Piratini, ele foi vereador e prefeito de Pelotas pelo PSDB.

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, anunciou nesta segunda-feira que vai renunciar ao cargo, mas permanecerá no PSDB. O gaúcho tinha um convite do PSD do ex-ministro Gilberto Kassab para entrar na corrida presidencial. Leite deve se colocar à disposição do PSDB para voltar à corrida presidencial, apesar de ter perdido as prévias para o governador de São Paulo, João Doria.   — Vou renunciar ao poder, mas não renunciar à política (...) É o dia do fico no meu partido (PSDB) — afirmou Leite, em vídeo exibido antes do anúncio oficial.

Agora, pessoas próximas entendem que há uma oportunidade que se abre para o gaúcho diante das discussões de uma candidatura única entre PSDB, Cidadania, União Brasil e MDB. Nos últimos dias, o governador ouviu lideranças desses partidos de centro que demonstraram contrariedade com a ideia de uma migração para o PSD, já que Kassab não participou das discussões de uma candidatura única com esses partidos. Com a negativa, Kassab deve apostar as fichas na pré-candidatura do ex-governador do Espírito Santo Paulo Hartung.  Para os aliados de Leite, a aliança com os partidos de centro estaria acima da disputa das primárias tucanas. O entendimento desse grupo é de que o nome de Leite seja mais palatável para uma composição, caso Doria siga sem decolar nas pesquisas de intenção de voto. Esse movimento, porém, visa minar a candidatura de Doria.

Neste domingo, Doria, afirmou que a existência de qualquer articulação no PSDB para retirá-lo das eleições presidenciais configura um “golpe”. A declaração foi dada após a movimentação de parte dos tucanos para ignorar as prévias realizadas em novembro — com vitória de Doria — em prol de uma candidatura de Eduardo Leite, derrotado no pleito interno.

Outro ponto que pesou na decisão foi a avaliação de que havia risco de isolamento no PSD, cuja bancada na Câmara dos Deputados é formada, em sua maioria, por aliados do ex-presidente Lula e do presidente Jair Bolsonaro. Por outro lado, lideranças do PSDB fizeram apelos e assinaram uma carta que pedia que o gaúcho permanecesse na sigla, onde construiu sua trajetória por 21 anos. Antes de chegar ao Palácio Piratini, ele foi vereador e prefeito de Pelotas pelo PSDB.

Fonte: Agência O Globo

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