
Na última semana, a Polícia Civil de Lagoa Vermelha através da Equipe de Investigação e os peritos de Passo Fundo, com o apoio da Brigada Militar local, realizaram a reconstituição do crime em que foi vítima o caminhoneiro Tiago Carra, de Ibiaçá. O crime foi registrado no dia 14 de maio de 2010 na estrada de acesso a Fazenda da Esperança, interior do município. O caminhoneiro transportava uma carga de milho, quando foi abordado, teve o caminhão roubado e foi morto com um disparo de arma de fogo. Na época, a Polícia Civil trabalhou intensamente e 72 horas depois do crime prendeu duas pessoas acusadas de envolvimento. Um rapaz que confessou a autoria do crime e uma moça, que foi apontada pelo indiciado por estar envolvida no delito, mesmo negando as acusações. Ambos continuam presos no Presídio Estadual de Lagoa Vermelha. Por ocasião à reconstituição do crime, que durou cerca de 5 horas, somente o indiciado e autor confesso participou. Segundo a Delegada Alessandra Mattillo Crestani, nenhuma nova informação surgiu, apenas as confirmações dadas em depoimento pelo mesmo. A mulher, que está recolhida ao presídio por ocasião a este delito, não participou da reconstituição, mas o rapaz afirma sua participação. Na mesma semana, os dois acusados foram submetidos ao teste do polígrafo analisador de voz multi camadas, popularmente conhecido como detector de mentira. O laudo deste teste, que ainda não está pronto, será anexado ao autos do processo. Agora, a Polícia Civil trabalha com a finalidade de esclarecer a participação da moça no crime.

Na última semana, a Polícia Civil de Lagoa Vermelha através da Equipe de Investigação e os peritos de Passo Fundo, com o apoio da Brigada Militar local, realizaram a reconstituição do crime em que foi vítima o caminhoneiro Tiago Carra, de Ibiaçá. O crime foi registrado no dia 14 de maio de 2010 na estrada de acesso a Fazenda da Esperança, interior do município. O caminhoneiro transportava uma carga de milho, quando foi abordado, teve o caminhão roubado e foi morto com um disparo de arma de fogo. Na época, a Polícia Civil trabalhou intensamente e 72 horas depois do crime prendeu duas pessoas acusadas de envolvimento. Um rapaz que confessou a autoria do crime e uma moça, que foi apontada pelo indiciado por estar envolvida no delito, mesmo negando as acusações. Ambos continuam presos no Presídio Estadual de Lagoa Vermelha. Por ocasião à reconstituição do crime, que durou cerca de 5 horas, somente o indiciado e autor confesso participou. Segundo a Delegada Alessandra Mattillo Crestani, nenhuma nova informação surgiu, apenas as confirmações dadas em depoimento pelo mesmo. A mulher, que está recolhida ao presídio por ocasião a este delito, não participou da reconstituição, mas o rapaz afirma sua participação. Na mesma semana, os dois acusados foram submetidos ao teste do polígrafo analisador de voz multi camadas, popularmente conhecido como detector de mentira. O laudo deste teste, que ainda não está pronto, será anexado ao autos do processo. Agora, a Polícia Civil trabalha com a finalidade de esclarecer a participação da moça no crime.