Coordenadora do CAPS alerta para crescimento dos transtornos mentais e reforça importância de buscar ajuda


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Foto: Amanda Nunes 29/07/2026

A coordenadora do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de Lagoa Vermelha, Denise Ferreira de Oliveira, fez um importante alerta sobre o avanço dos transtornos mentais, da dependência química e dos novos desafios enfrentados pela saúde pública durante entrevista concedida ao jornalista Marcos Roberto Nepomuceno, no Folha News.

Ao longo da conversa, Denise destacou que ansiedade e depressão continuam entre os problemas mais frequentes, mas chamou atenção para o crescimento de casos relacionados ao transtorno bipolar, borderline, autismo, dependência de jogos eletrônicos e apostas on-line, além do uso abusivo de álcool e outras drogas.

Segundo ela, entre 65% e 70% dos atendimentos realizados atualmente pelo CAPS* estão ligados à dependência química, realidade que preocupa pela redução da idade dos usuários e pelo aumento do consumo de cocaína entre adultos.

Outro tema abordado foi o aumento das tentativas de suicídio, especialmente entre adolescentes e jovens. Denise ressaltou que muitas dessas situações representam um pedido de ajuda e reforçou a importância de que familiares estejam atentos aos sinais de sofrimento emocional, buscando atendimento especializado o mais cedo possível.

Durante a entrevista, a coordenadora também explicou como funciona o atendimento do CAPS, esclarecendo que qualquer pessoa pode procurar o serviço diretamente, sem necessidade de encaminhamento médico. Ela falou ainda sobre o trabalho desenvolvido pela equipe multiprofissional, formada por psiquiatra, psicólogos, médico clínico, assistentes sociais, enfermagem e demais profissionais que atuam no acolhimento e tratamento dos pacientes.

A entrevista também abordou temas como o preconceito em relação ao tratamento psiquiátrico, as internações compulsórias, a parceria entre o CAPS e o Hospital São Paulo, a necessidade futura de implantação de um CAPS especializado em álcool e drogas (CAPS AD) e o fortalecimento da estrutura do serviço no município.

Ao encerrar a entrevista, Denise deixou uma mensagem de conscientização à comunidade.

O CAPS está de portas abertas. Se alguém sentir que precisa de ajuda, procure o serviço ou a Unidade Básica de Saúde. Ninguém precisa sofrer sozinho".

A entrevista completa com a coordenadora Denise Ferreira de Oliveira está disponível clicando aqui no canal Folha News, no YouTube, trazendo uma ampla reflexão sobre os desafios da saúde mental e o trabalho desenvolvido pelo CAPS de Lagoa Vermelha.

A coordenadora do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de Lagoa Vermelha, Denise Ferreira de Oliveira, fez um importante alerta sobre o avanço dos transtornos mentais, da dependência química e dos novos desafios enfrentados pela saúde pública durante entrevista concedida ao jornalista Marcos Roberto Nepomuceno, no Folha News.

Ao longo da conversa, Denise destacou que ansiedade e depressão continuam entre os problemas mais frequentes, mas chamou atenção para o crescimento de casos relacionados ao transtorno bipolar, borderline, autismo, dependência de jogos eletrônicos e apostas on-line, além do uso abusivo de álcool e outras drogas.

Segundo ela, entre 65% e 70% dos atendimentos realizados atualmente pelo CAPS* estão ligados à dependência química, realidade que preocupa pela redução da idade dos usuários e pelo aumento do consumo de cocaína entre adultos.

Outro tema abordado foi o aumento das tentativas de suicídio, especialmente entre adolescentes e jovens. Denise ressaltou que muitas dessas situações representam um pedido de ajuda e reforçou a importância de que familiares estejam atentos aos sinais de sofrimento emocional, buscando atendimento especializado o mais cedo possível.

Durante a entrevista, a coordenadora também explicou como funciona o atendimento do CAPS, esclarecendo que qualquer pessoa pode procurar o serviço diretamente, sem necessidade de encaminhamento médico. Ela falou ainda sobre o trabalho desenvolvido pela equipe multiprofissional, formada por psiquiatra, psicólogos, médico clínico, assistentes sociais, enfermagem e demais profissionais que atuam no acolhimento e tratamento dos pacientes.

A entrevista também abordou temas como o preconceito em relação ao tratamento psiquiátrico, as internações compulsórias, a parceria entre o CAPS e o Hospital São Paulo, a necessidade futura de implantação de um CAPS especializado em álcool e drogas (CAPS AD) e o fortalecimento da estrutura do serviço no município.

Ao encerrar a entrevista, Denise deixou uma mensagem de conscientização à comunidade.

O CAPS está de portas abertas. Se alguém sentir que precisa de ajuda, procure o serviço ou a Unidade Básica de Saúde. Ninguém precisa sofrer sozinho".

A entrevista completa com a coordenadora Denise Ferreira de Oliveira está disponível clicando aqui no canal Folha News, no YouTube, trazendo uma ampla reflexão sobre os desafios da saúde mental e o trabalho desenvolvido pelo CAPS de Lagoa Vermelha.

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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