
Os ciclistas da Universidade de Passo Fundo (UPF) Ricardo e Luana Machado competiram no último domingo, 05 de maio, pela 3ª etapa do ranking nacional de Mountain Bike Cross Country Olímpico, em São João do Polêsine, na região de Santa Maria. Ambos os ciclistas foram os melhores de suas categorias. Luana competiu na Elite Feminino e se manteve no pelotão de ciclistas até entrar nas trilhas, quando assumiu a liderança da prova e não foi mais alcançada por suas adversárias, tornando-se campeã. Machado, que competiu na Master Masculino, empreendeu um ritmo muito forte desde a largada, já assumindo a liderança da prova nos metros iniciais, fez um prova constante e sem erros para também se tornar campeão. A prova foi realizada num circuito de 4 quilômetros, onde logo na largada havia uma subida de 1km em paralelepípedos, e logo depois chegava-se às trilhas estreitas no meio da mata, com mais subidas e descidas de alta velocidade, com passagem por pedras e raízes. Com a chuva que caiu nos dias que antecederam a prova, várias partes do circuito ficaram escorregadias, exigindo muita habilidade dos competidores, relatou Machado.

Os ciclistas da Universidade de Passo Fundo (UPF) Ricardo e Luana Machado competiram no último domingo, 05 de maio, pela 3ª etapa do ranking nacional de Mountain Bike Cross Country Olímpico, em São João do Polêsine, na região de Santa Maria. Ambos os ciclistas foram os melhores de suas categorias. Luana competiu na Elite Feminino e se manteve no pelotão de ciclistas até entrar nas trilhas, quando assumiu a liderança da prova e não foi mais alcançada por suas adversárias, tornando-se campeã. Machado, que competiu na Master Masculino, empreendeu um ritmo muito forte desde a largada, já assumindo a liderança da prova nos metros iniciais, fez um prova constante e sem erros para também se tornar campeão. A prova foi realizada num circuito de 4 quilômetros, onde logo na largada havia uma subida de 1km em paralelepípedos, e logo depois chegava-se às trilhas estreitas no meio da mata, com mais subidas e descidas de alta velocidade, com passagem por pedras e raízes. Com a chuva que caiu nos dias que antecederam a prova, várias partes do circuito ficaram escorregadias, exigindo muita habilidade dos competidores, relatou Machado.