
Em recente entrevista para a coluna do jornalista Marcos Nepomuceno, na Folha do Nordeste, edição de natal, o advogado e integrante do Democratas de Lagoa Vermelha, Carlos Magno Dondé Oliveira abordou sobre as projeções para 2022 na área política.
Avalia Carlos que “nos últimos anos podemos observar uma forte polarização em meio a nossa sociedade quando falamos de pensamento político, e penso que nas próximas eleições esta divisão ficará ainda mais acentuada. Nos dias de hoje não creio em surgimento e crescimento da chamada terceira via com possibilidades de reverter esse cenário, sendo que, possivelmente a disputa presidencial fique mesmo entre o atual presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Lula que, ao que tudo indica, será o candidato da esquerda”.
Carlos enfatiza que “estamos a pouco menos de um ano das próximas eleições e já vivemos há muito tempo o clima da disputa que se desenha entre esses dois candidatos, com articulações políticas a todo vapor, o que demonstra que a próxima eleição tende a ser uma das mais antecipadas e acirradas da história. Essa antecipação da corrida presidencial, querendo ou não, também provoca reflexos em nossa economia, que, por sua vez, acaba refletindo no cotidiano da população e, talvez, impacte diretamente na escolha do próximo gestor”.

Em recente entrevista para a coluna do jornalista Marcos Nepomuceno, na Folha do Nordeste, edição de natal, o advogado e integrante do Democratas de Lagoa Vermelha, Carlos Magno Dondé Oliveira abordou sobre as projeções para 2022 na área política.
Avalia Carlos que “nos últimos anos podemos observar uma forte polarização em meio a nossa sociedade quando falamos de pensamento político, e penso que nas próximas eleições esta divisão ficará ainda mais acentuada. Nos dias de hoje não creio em surgimento e crescimento da chamada terceira via com possibilidades de reverter esse cenário, sendo que, possivelmente a disputa presidencial fique mesmo entre o atual presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Lula que, ao que tudo indica, será o candidato da esquerda”.
Carlos enfatiza que “estamos a pouco menos de um ano das próximas eleições e já vivemos há muito tempo o clima da disputa que se desenha entre esses dois candidatos, com articulações políticas a todo vapor, o que demonstra que a próxima eleição tende a ser uma das mais antecipadas e acirradas da história. Essa antecipação da corrida presidencial, querendo ou não, também provoca reflexos em nossa economia, que, por sua vez, acaba refletindo no cotidiano da população e, talvez, impacte diretamente na escolha do próximo gestor”.