CAPS avalia demandas de atendimentos


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22/08/2011 A unidade completa mais de um mês de atividades no acolhimento de dependentes químicos

O Centro de Atenção Psicossocial Novos Horizontes – CAPS, está em funcionamento em Lagoa Vermelha desde julho. A unidade completa mais de um mês de atividades no acolhimento de dependentes químicos e portadores de transtornos mentais, através de atendimentos clínicos individuais e grupais e de oficinas terapêuticas. O sistema implantado para o controle do número de atendimentos, identifica uma considerável procura por usuários de álcool e drogas. Constata-se também a baixa adesão para o acompanhamento dos familiares dos pacientes. Conforme a coordenadora do CAPS psicóloga Simone Gazolla, o mapa de atendimento diário permite visualizar a demanda existente, o que proporciona que seja realizado um estudo epidemiológico das principais patologias apresentadas no município. “Com este sistema que está sendo implementado será possível identificar a demanda da população e posteriormente por bairros”, explica. Simone destaca que o transtorno gerado por substâncias químicas altera todo o ambiente familiar, “e assim como o dependente, a família também evidencia sintomas, sendo também necessário o tratamento”. No mês de julho, 123 pessoas participaram de oficinas terapêuticas de artesanato, dança, horta, marcenaria, e oficina do corpo, com fisioterapia e relaxamento; 80 dependentes de álcool e drogas freqüentaram o grupo terapêutico; 30 pessoas compuseram o grupo de familiares; e 27 usuários receberam atendimento psicológico individual. O CAPS ainda efetuou 21 visitas domiciliares e 10 internações compulsórias. Participaram dos atendimentos, 14 dependentes de álcool, 27 de drogas e 18 com transtornos mentais. O CAPS fica na Avenida Nívio Castellano, próximo à esquina com a Rua Paim Filho. O atendimento acontece de segunda a sexta-feira, das 8 às 11h30min e das 13h30min às 17 horas

O Centro de Atenção Psicossocial Novos Horizontes – CAPS, está em funcionamento em Lagoa Vermelha desde julho. A unidade completa mais de um mês de atividades no acolhimento de dependentes químicos e portadores de transtornos mentais, através de atendimentos clínicos individuais e grupais e de oficinas terapêuticas. O sistema implantado para o controle do número de atendimentos, identifica uma considerável procura por usuários de álcool e drogas. Constata-se também a baixa adesão para o acompanhamento dos familiares dos pacientes. Conforme a coordenadora do CAPS psicóloga Simone Gazolla, o mapa de atendimento diário permite visualizar a demanda existente, o que proporciona que seja realizado um estudo epidemiológico das principais patologias apresentadas no município. “Com este sistema que está sendo implementado será possível identificar a demanda da população e posteriormente por bairros”, explica. Simone destaca que o transtorno gerado por substâncias químicas altera todo o ambiente familiar, “e assim como o dependente, a família também evidencia sintomas, sendo também necessário o tratamento”. No mês de julho, 123 pessoas participaram de oficinas terapêuticas de artesanato, dança, horta, marcenaria, e oficina do corpo, com fisioterapia e relaxamento; 80 dependentes de álcool e drogas freqüentaram o grupo terapêutico; 30 pessoas compuseram o grupo de familiares; e 27 usuários receberam atendimento psicológico individual. O CAPS ainda efetuou 21 visitas domiciliares e 10 internações compulsórias. Participaram dos atendimentos, 14 dependentes de álcool, 27 de drogas e 18 com transtornos mentais. O CAPS fica na Avenida Nívio Castellano, próximo à esquina com a Rua Paim Filho. O atendimento acontece de segunda a sexta-feira, das 8 às 11h30min e das 13h30min às 17 horas

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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