
A saída do Ministro da Saúde, Nelson Teich, nesta sexta-feira, 15, movimentou não só a área da própria saúde mas a política como um todo no Brasil, tendo repercussão em nível internacional.
Jornal FOLHA DO NORDESTE ouve a opinião de diversas lideranças da região, buscando colher a opinião sobre o assunto. César Wegler, integrante do Progressistas, com atuação na secretaria estadual de Agricultura do Rio Grande do Sul, colocou sua posição, sobre o pedido de exoneração do Ministro da Saúde: “Nos últimos dias, Teich e o presidente discordaram sobre temas como uso da cloroquina e medidas de isolamento, temas técnicos que levaram ao pedido de demissão do ministro (ou a demissão.)
Vejo como impossível ter um Ministro da Saúde, médico, que tenha um olho em Bolsonaro e outro olho no Covid-19. O médico que permanecer nesse cargo, sem autonomia, basta rasgar o diploma e a biografia. Fica difícil para um médico passar por cima de princípios da ciência, princípios esses dos quais fizeram um juramento.
Talvez, agora, Bolsonaro deva colocar uma pessoa que não seja médica e que não tenha muito compromisso e possa acelerar o que ele quer”.
Para Cesar, “podemos concluir que teremos uma solução quando Bolsonaro deixar de tentar ser Ministro da Saúde através de fantoches como está tentando fazer e se tornar Presidente da República de fato, como foi eleito pelos seus 57,7 milhões de votos, incluindo o meu. Estamos sem orientação federal no meio de uma pandemia global. Triste”.
Generais do Palácio do Planalto são contra militar assumindo a Saúde
Os ministros militares que têm assento no Palácio do Planalto são 100% contra que Jair Bolsonaro nomeie um militar para comandar o Ministério da Saúde. A informação foi divulgada neste sábado, no jornal O Globo.
Desde ontem, entre apontados como cotados para suceder Nelson Teich estavam o general Eduardo Pazuello, atual ministro interino, e o contra-almirante Luiz Froes, diretor de Saúde da Marinha.
Os ministros já disseram a Bolsonaro que botar um militar para ser o número 1 da Saúde é "levar para o colo das Forças Armadas o problema da Covid", de acordo com o relato de um desses generais.
Tampouco qualquer um desses militares tem apreço pela solução Osmar Terra.
Esses são os conselhos do núcleo duro do governo para Bolsonaro. Se o "Doutor" Bolsonaro os seguirá, é outra história.

A saída do Ministro da Saúde, Nelson Teich, nesta sexta-feira, 15, movimentou não só a área da própria saúde mas a política como um todo no Brasil, tendo repercussão em nível internacional.
Jornal FOLHA DO NORDESTE ouve a opinião de diversas lideranças da região, buscando colher a opinião sobre o assunto. César Wegler, integrante do Progressistas, com atuação na secretaria estadual de Agricultura do Rio Grande do Sul, colocou sua posição, sobre o pedido de exoneração do Ministro da Saúde: “Nos últimos dias, Teich e o presidente discordaram sobre temas como uso da cloroquina e medidas de isolamento, temas técnicos que levaram ao pedido de demissão do ministro (ou a demissão.)
Vejo como impossível ter um Ministro da Saúde, médico, que tenha um olho em Bolsonaro e outro olho no Covid-19. O médico que permanecer nesse cargo, sem autonomia, basta rasgar o diploma e a biografia. Fica difícil para um médico passar por cima de princípios da ciência, princípios esses dos quais fizeram um juramento.
Talvez, agora, Bolsonaro deva colocar uma pessoa que não seja médica e que não tenha muito compromisso e possa acelerar o que ele quer”.
Para Cesar, “podemos concluir que teremos uma solução quando Bolsonaro deixar de tentar ser Ministro da Saúde através de fantoches como está tentando fazer e se tornar Presidente da República de fato, como foi eleito pelos seus 57,7 milhões de votos, incluindo o meu. Estamos sem orientação federal no meio de uma pandemia global. Triste”.
Generais do Palácio do Planalto são contra militar assumindo a Saúde
Os ministros militares que têm assento no Palácio do Planalto são 100% contra que Jair Bolsonaro nomeie um militar para comandar o Ministério da Saúde. A informação foi divulgada neste sábado, no jornal O Globo.
Desde ontem, entre apontados como cotados para suceder Nelson Teich estavam o general Eduardo Pazuello, atual ministro interino, e o contra-almirante Luiz Froes, diretor de Saúde da Marinha.
Os ministros já disseram a Bolsonaro que botar um militar para ser o número 1 da Saúde é "levar para o colo das Forças Armadas o problema da Covid", de acordo com o relato de um desses generais.
Tampouco qualquer um desses militares tem apreço pela solução Osmar Terra.
Esses são os conselhos do núcleo duro do governo para Bolsonaro. Se o "Doutor" Bolsonaro os seguirá, é outra história.