
A Câmara de Vereadores de Lagoa Vermelha rejeitou, nesta semana, um requerimento que propunha votos de congratulação aos atores, diretores e produtores do filme “Ainda Estou Aqui”, vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional. A proposta foi apresentada pelos vereadores Ranyeri Bozza e Ariovaldo Carlos da Silva, ambos do PDT.
Na justificativa, os parlamentares destacaram que a conquista representa um marco histórico para o Brasil, já que é a primeira vez que o país vence nessa categoria. “Independentemente de posições políticas, esse prêmio coloca o cinema nacional em destaque mundial e deve ser motivo de orgulho para todos os brasileiros”, afirmaram.
O filme aborda temas como a ditadura militar, perseguição política, direitos humanos e o protagonismo feminino diante das adversidades. Para os proponentes da homenagem, o conteúdo do longa pode ter influenciado a decisão da maioria dos vereadores em rejeitar o reconhecimento. “O tema mexeu com o imaginário dos vereadores, que colocaram suas convicções ideológicas acima do sentimento de patriotismo e nacionalidade”, destacaram.
Segundo Ranyeri e Ariovaldo, a rejeição do requerimento foi um fato inédito na Câmara, que historicamente costuma aprovar moções semelhantes. A vereadora Paula Castilhos (PT) também votou favorável à homenagem.


A Câmara de Vereadores de Lagoa Vermelha rejeitou, nesta semana, um requerimento que propunha votos de congratulação aos atores, diretores e produtores do filme “Ainda Estou Aqui”, vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional. A proposta foi apresentada pelos vereadores Ranyeri Bozza e Ariovaldo Carlos da Silva, ambos do PDT.
Na justificativa, os parlamentares destacaram que a conquista representa um marco histórico para o Brasil, já que é a primeira vez que o país vence nessa categoria. “Independentemente de posições políticas, esse prêmio coloca o cinema nacional em destaque mundial e deve ser motivo de orgulho para todos os brasileiros”, afirmaram.
O filme aborda temas como a ditadura militar, perseguição política, direitos humanos e o protagonismo feminino diante das adversidades. Para os proponentes da homenagem, o conteúdo do longa pode ter influenciado a decisão da maioria dos vereadores em rejeitar o reconhecimento. “O tema mexeu com o imaginário dos vereadores, que colocaram suas convicções ideológicas acima do sentimento de patriotismo e nacionalidade”, destacaram.
Segundo Ranyeri e Ariovaldo, a rejeição do requerimento foi um fato inédito na Câmara, que historicamente costuma aprovar moções semelhantes. A vereadora Paula Castilhos (PT) também votou favorável à homenagem.
