Brasil deve colher safra recorde de 345,2 milhões de toneladas de grãos em 2024/25, aponta Conab


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Foto: Renata Silva 15/08/2025

O Brasil deverá colher 345,2 milhões de toneladas de grãos na safra 2024/25, o maior volume já registrado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), superando o recorde anterior de 320,91 milhões de toneladas obtido em 2022/23. O resultado representa um acréscimo de 47,7 milhões de toneladas em relação à safra passada, impulsionado por aumento de área cultivada e recuperação da produtividade.

Segundo a Conab, a área total cultivada chega a 81,9 milhões de hectares (+2,5%), enquanto a produtividade média nacional subiu de 3.722 para 4.214 quilos por hectare. Entre os destaques, soja, milho e algodão atingem volumes recordes.

A soja deve alcançar 169,7 milhões de toneladas (+14,8%), beneficiada por crédito do Plano Safra e condições climáticas favoráveis. Já o milho deverá atingir 137 milhões de toneladas, sendo 109,6 milhões apenas na segunda safra. O arroz soma 12,3 milhões de toneladas (+1,7 milhão) e o algodão 3,9 milhões de toneladas da pluma, também recorde histórico.

O feijão é a única cultura com retração, caindo 3,5% e somando 3,1 milhões de toneladas. No trigo, a produção estimada é de 7,81 milhões de toneladas, próxima à estabilidade, apesar da redução de 16,7% na área semeada.

Rio Grande do Sul
A produção gaúcha está estimada em 33,3 milhões de toneladas (-9,6%), mantendo o estado na quarta posição nacional. A soja teve quebra de 27,3%, somando 14,28 milhões de toneladas, enquanto o milho primeira safra subiu 12%, totalizando 5,43 milhões. O arroz apresentou forte alta de 15,9%, chegando a 8,3 milhões de toneladas. O trigo deve fechar em 3,81 milhões (-2,6%).

Culturas de inverno também registram bons desempenhos, como a aveia branca, que alcança a maior área da série histórica (384,6 mil hectares) e produção estimada de 950,3 mil toneladas, e a canola, com avanço expressivo de 58,8%, chegando a 306,5 mil toneladas.

O levantamento completo pode ser consultado no site da Conab, incluindo detalhes de mercado e evolução das lavouras.

O Brasil deverá colher 345,2 milhões de toneladas de grãos na safra 2024/25, o maior volume já registrado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), superando o recorde anterior de 320,91 milhões de toneladas obtido em 2022/23. O resultado representa um acréscimo de 47,7 milhões de toneladas em relação à safra passada, impulsionado por aumento de área cultivada e recuperação da produtividade.

Segundo a Conab, a área total cultivada chega a 81,9 milhões de hectares (+2,5%), enquanto a produtividade média nacional subiu de 3.722 para 4.214 quilos por hectare. Entre os destaques, soja, milho e algodão atingem volumes recordes.

A soja deve alcançar 169,7 milhões de toneladas (+14,8%), beneficiada por crédito do Plano Safra e condições climáticas favoráveis. Já o milho deverá atingir 137 milhões de toneladas, sendo 109,6 milhões apenas na segunda safra. O arroz soma 12,3 milhões de toneladas (+1,7 milhão) e o algodão 3,9 milhões de toneladas da pluma, também recorde histórico.

O feijão é a única cultura com retração, caindo 3,5% e somando 3,1 milhões de toneladas. No trigo, a produção estimada é de 7,81 milhões de toneladas, próxima à estabilidade, apesar da redução de 16,7% na área semeada.

Rio Grande do Sul
A produção gaúcha está estimada em 33,3 milhões de toneladas (-9,6%), mantendo o estado na quarta posição nacional. A soja teve quebra de 27,3%, somando 14,28 milhões de toneladas, enquanto o milho primeira safra subiu 12%, totalizando 5,43 milhões. O arroz apresentou forte alta de 15,9%, chegando a 8,3 milhões de toneladas. O trigo deve fechar em 3,81 milhões (-2,6%).

Culturas de inverno também registram bons desempenhos, como a aveia branca, que alcança a maior área da série histórica (384,6 mil hectares) e produção estimada de 950,3 mil toneladas, e a canola, com avanço expressivo de 58,8%, chegando a 306,5 mil toneladas.

O levantamento completo pode ser consultado no site da Conab, incluindo detalhes de mercado e evolução das lavouras.

Fonte: Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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