BR 470: Bem no Barracão, lenta em Lagoa


Compartilhe:


Marcos Nepomuceno 27/04/2010 Incluídas no PAC 2 obras não entusiasmam

Em fevereiro/2008, o deputado Francisco Appio (PP) fotografou as obras da BR470 Norte, entre Lagoa Vermelha e Barracão. Realizou caderno de fotos (no site) e enviou cópia ao DNIT e à Bancada Gaúcha. “Enquanto a ERGO tocava bem o trecho Barracão/Pontão (tinha asfaltado 5 km) e britado e aberto boa parte do trecho, quase sempre ao lado do leito atual da BR470, o lote da Construtora Brasil estava parado. As fotos, que não mentem, pareciam revelar a batalha jurídica da empresa contra a multa de 10 milhões aplicada pelo TCU. O órgão considerou “abusivo” o Aditivo assinado pelo DNIT (trecho da Limeira)”, explicou Appio. DE LÁ PARA CÁ, POUCAS MUDANÇAS, A MANCHETE É A MESMA. “O contrato acabou rescindido, a direção do DNIT no Estado foi afastada e as obras paralisada por quase três anos. No final de 2009, nova Licitação e contrato de 65 milhões, para a mesma empresa, que reiniciou em março. Incluídas no PAC 2, as obras não entusiasmam, exceto pela colocação de brita no trecho Clemente Argolo/Portão. Na rota pela Limeira, nada acontece, muito menos no trecho final de 7 km, do Lajeado dos Ivos/cidade. O terreno não foi demarcado, a ponte não foi projetada, nem licitada, “alerta o deputado Francisco Appio.

Em fevereiro/2008, o deputado Francisco Appio (PP) fotografou as obras da BR470 Norte, entre Lagoa Vermelha e Barracão. Realizou caderno de fotos (no site) e enviou cópia ao DNIT e à Bancada Gaúcha. “Enquanto a ERGO tocava bem o trecho Barracão/Pontão (tinha asfaltado 5 km) e britado e aberto boa parte do trecho, quase sempre ao lado do leito atual da BR470, o lote da Construtora Brasil estava parado. As fotos, que não mentem, pareciam revelar a batalha jurídica da empresa contra a multa de 10 milhões aplicada pelo TCU. O órgão considerou “abusivo” o Aditivo assinado pelo DNIT (trecho da Limeira)”, explicou Appio. DE LÁ PARA CÁ, POUCAS MUDANÇAS, A MANCHETE É A MESMA. “O contrato acabou rescindido, a direção do DNIT no Estado foi afastada e as obras paralisada por quase três anos. No final de 2009, nova Licitação e contrato de 65 milhões, para a mesma empresa, que reiniciou em março. Incluídas no PAC 2, as obras não entusiasmam, exceto pela colocação de brita no trecho Clemente Argolo/Portão. Na rota pela Limeira, nada acontece, muito menos no trecho final de 7 km, do Lajeado dos Ivos/cidade. O terreno não foi demarcado, a ponte não foi projetada, nem licitada, “alerta o deputado Francisco Appio.

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

Mais publicações