
Em fevereiro/2008, o deputado Francisco Appio (PP) fotografou as obras da BR470 Norte, entre Lagoa Vermelha e Barracão. Realizou caderno de fotos (no site) e enviou cópia ao DNIT e à Bancada Gaúcha. Enquanto a ERGO tocava bem o trecho Barracão/Pontão (tinha asfaltado 5 km) e britado e aberto boa parte do trecho, quase sempre ao lado do leito atual da BR470, o lote da Construtora Brasil estava parado. As fotos, que não mentem, pareciam revelar a batalha jurídica da empresa contra a multa de 10 milhões aplicada pelo TCU. O órgão considerou abusivo o Aditivo assinado pelo DNIT (trecho da Limeira), explicou Appio. DE LÁ PARA CÁ, POUCAS MUDANÇAS, A MANCHETE É A MESMA. O contrato acabou rescindido, a direção do DNIT no Estado foi afastada e as obras paralisada por quase três anos. No final de 2009, nova Licitação e contrato de 65 milhões, para a mesma empresa, que reiniciou em março. Incluídas no PAC 2, as obras não entusiasmam, exceto pela colocação de brita no trecho Clemente Argolo/Portão. Na rota pela Limeira, nada acontece, muito menos no trecho final de 7 km, do Lajeado dos Ivos/cidade. O terreno não foi demarcado, a ponte não foi projetada, nem licitada, alerta o deputado Francisco Appio.

Em fevereiro/2008, o deputado Francisco Appio (PP) fotografou as obras da BR470 Norte, entre Lagoa Vermelha e Barracão. Realizou caderno de fotos (no site) e enviou cópia ao DNIT e à Bancada Gaúcha. Enquanto a ERGO tocava bem o trecho Barracão/Pontão (tinha asfaltado 5 km) e britado e aberto boa parte do trecho, quase sempre ao lado do leito atual da BR470, o lote da Construtora Brasil estava parado. As fotos, que não mentem, pareciam revelar a batalha jurídica da empresa contra a multa de 10 milhões aplicada pelo TCU. O órgão considerou abusivo o Aditivo assinado pelo DNIT (trecho da Limeira), explicou Appio. DE LÁ PARA CÁ, POUCAS MUDANÇAS, A MANCHETE É A MESMA. O contrato acabou rescindido, a direção do DNIT no Estado foi afastada e as obras paralisada por quase três anos. No final de 2009, nova Licitação e contrato de 65 milhões, para a mesma empresa, que reiniciou em março. Incluídas no PAC 2, as obras não entusiasmam, exceto pela colocação de brita no trecho Clemente Argolo/Portão. Na rota pela Limeira, nada acontece, muito menos no trecho final de 7 km, do Lajeado dos Ivos/cidade. O terreno não foi demarcado, a ponte não foi projetada, nem licitada, alerta o deputado Francisco Appio.