
A violência política e eleitoral foi tema de matéria levantada pela coluna do jornalista Marcos Roberto Nepomuceno, no jornal FOLHA DO NORDESTE, edição de 23 de junho, sexta-feira, quando foram entrevistadas diversas lideranças da região, onde foram instadas a opinar sobre o tema e se, o que se observa em nível de Brasil, terá efeitos no pleito municipal de 2024.
As táticas, segundo alguns estudos, também buscam minar a participação política, principalmente de mulheres, da população LGBTQIA+, de pessoas negras e indígenas, grupos estruturalmente excluídos do processo democrático. Em grande parte, esse fenômeno é manifestado por discursos de ódio através de ameaças, assédios, intimidações e uso de desinformação. No seu ápice, chega a atos explícitos de violência, como o cometimento de homicídios políticos e agressões físicas.
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Ao avaliar o tema, o presidente da Juventude Progressistas, também secretário do Desenvolvimento Econômico, Lucas Mota, ponderou para a coluna: “A violência política afeta não somente os pleitos eleitorais, como o que se anuncia no próximo ano, mas o nosso dia-a-dia. Vivemos em comunidade, estamos sujeitos a um bombardeio de informação e desinformação. Entendo que a crescente postura de violência esteja atrelada, em acreditarmos que existem respostas rápidas e prontas para tudo, inclusive na política. Acredito que todo governante, político ou liderança partidária, tem a oportunidade de fazer e multiplicar o bem, pela postura social que exerce.”
Para Lucas Mota, “não podemos de forma alguma ter a crença de que o lado A ou lado B são a verdade e a luz para a solução dos problemas sociais. Somos seres humanos e sujeitos a erros e acertos. Por isso, meu posicionamento é firme na crença de que todos estamos no mesmo meio social, ou seja, vivemos na mesma cidade e não podemos alinhar com qualquer postura de desagregação e diálogo bélico. Na política os discursos podem ser acalorados, mas jamais ofensivos. Respeito e resiliência são a dose necessária de equilíbrio, para não multiplicarmos discursos de ódio e qualquer postura inadequada”.

A violência política e eleitoral foi tema de matéria levantada pela coluna do jornalista Marcos Roberto Nepomuceno, no jornal FOLHA DO NORDESTE, edição de 23 de junho, sexta-feira, quando foram entrevistadas diversas lideranças da região, onde foram instadas a opinar sobre o tema e se, o que se observa em nível de Brasil, terá efeitos no pleito municipal de 2024.
As táticas, segundo alguns estudos, também buscam minar a participação política, principalmente de mulheres, da população LGBTQIA+, de pessoas negras e indígenas, grupos estruturalmente excluídos do processo democrático. Em grande parte, esse fenômeno é manifestado por discursos de ódio através de ameaças, assédios, intimidações e uso de desinformação. No seu ápice, chega a atos explícitos de violência, como o cometimento de homicídios políticos e agressões físicas.
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Ao avaliar o tema, o presidente da Juventude Progressistas, também secretário do Desenvolvimento Econômico, Lucas Mota, ponderou para a coluna: “A violência política afeta não somente os pleitos eleitorais, como o que se anuncia no próximo ano, mas o nosso dia-a-dia. Vivemos em comunidade, estamos sujeitos a um bombardeio de informação e desinformação. Entendo que a crescente postura de violência esteja atrelada, em acreditarmos que existem respostas rápidas e prontas para tudo, inclusive na política. Acredito que todo governante, político ou liderança partidária, tem a oportunidade de fazer e multiplicar o bem, pela postura social que exerce.”
Para Lucas Mota, “não podemos de forma alguma ter a crença de que o lado A ou lado B são a verdade e a luz para a solução dos problemas sociais. Somos seres humanos e sujeitos a erros e acertos. Por isso, meu posicionamento é firme na crença de que todos estamos no mesmo meio social, ou seja, vivemos na mesma cidade e não podemos alinhar com qualquer postura de desagregação e diálogo bélico. Na política os discursos podem ser acalorados, mas jamais ofensivos. Respeito e resiliência são a dose necessária de equilíbrio, para não multiplicarmos discursos de ódio e qualquer postura inadequada”.