Assembleia declara o modo de fazer queijo artesanal serrano de relevante interesse cultura


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Foto: Divulgação 19/12/2019

Foi aprovado nesta quarta-feira (19) por unanimidade o PL 464/2019, de autoria do deputado Neri, o Carteiro (SOLIDARIEDADE), que torna de relevante interesse cultural estadual o modo de fazer queijo artesanal serrano.

Segundo o deputado Neri, o Carteiro, a sugestão do projeto partiu de técnicos da Emater e de produtores do queijo artesanal serrano dos Campos de Cima da Serra. Para ele, ao elevar o modo de fazer queijo artesanal serrano a um bem imaterial de relevante interesse cultural do Rio Grande do Sul, o estado dá um importante passo para a preservação dessa cultura, transmitida de pais para filhos há várias gerações.

Ainda de acordo com o deputado, o  projeto é uma forma de valorizar e preservar esse saber-fazer que traz consigo séculos de história, cultura e tradição: “ Agora possibilitamos ao Governo condições favoráveis para o reconhecimento oficial da atividade no estado, junto ao Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Estadual, IPHAE e no país, junto ao Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o IPHAN”, reforçou o parlamentar.

O diferencial do queijo artesanal serrano é o fato de ele ser feito com leite cru, sem passar por processos de pasteurização. A tradição se mantém hoje em mais de 1200 estabelecimentos rurais de 16 municípios gaúchos: Bom Jesus, Jaquirana, São José dos Ausentes, São Francisco de Paula, Cambará do Sul, André da Rocha, Caxias do Sul, Muitos Capões, Monte Alegre dos Campos, Esmeralda, Pinhal da Serra, Lagoa Vermelha, Capão Bonito do Sul, Campestre da Serra, Ipê e Vacaria. 

Depois da aprovação na Assembleia, agora o Projeto de Lei precisa da sanção do governador Eduardo Leite para tornar-se lei estadual.

Foi aprovado nesta quarta-feira (19) por unanimidade o PL 464/2019, de autoria do deputado Neri, o Carteiro (SOLIDARIEDADE), que torna de relevante interesse cultural estadual o modo de fazer queijo artesanal serrano.

Segundo o deputado Neri, o Carteiro, a sugestão do projeto partiu de técnicos da Emater e de produtores do queijo artesanal serrano dos Campos de Cima da Serra. Para ele, ao elevar o modo de fazer queijo artesanal serrano a um bem imaterial de relevante interesse cultural do Rio Grande do Sul, o estado dá um importante passo para a preservação dessa cultura, transmitida de pais para filhos há várias gerações.

Ainda de acordo com o deputado, o  projeto é uma forma de valorizar e preservar esse saber-fazer que traz consigo séculos de história, cultura e tradição: “ Agora possibilitamos ao Governo condições favoráveis para o reconhecimento oficial da atividade no estado, junto ao Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Estadual, IPHAE e no país, junto ao Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o IPHAN”, reforçou o parlamentar.

O diferencial do queijo artesanal serrano é o fato de ele ser feito com leite cru, sem passar por processos de pasteurização. A tradição se mantém hoje em mais de 1200 estabelecimentos rurais de 16 municípios gaúchos: Bom Jesus, Jaquirana, São José dos Ausentes, São Francisco de Paula, Cambará do Sul, André da Rocha, Caxias do Sul, Muitos Capões, Monte Alegre dos Campos, Esmeralda, Pinhal da Serra, Lagoa Vermelha, Capão Bonito do Sul, Campestre da Serra, Ipê e Vacaria. 

Depois da aprovação na Assembleia, agora o Projeto de Lei precisa da sanção do governador Eduardo Leite para tornar-se lei estadual.

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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