
A destruição das lavouras de maçã pelo granizo na região dos Campos de Cima da Serra levou o deputado Francisco Appio (PP) à tribuna. Ele destacou que os 15 mil trabalhadores recrutados na Metade Sul para colher maçãs não terão trabalho no próximo ano porque não haverá maçãs para colher, a não ser uma pequena parcela e de qualidade duvidosa. As perdas são calculadas em R$ 100 milhões. Grande parte das macieiras terão de ser arrancadas e plantadas novamente e só darão frutos daqui a dois ou três anos. Como resultado, a quantidade de maçãs nacionais no mercado interno será pequena e há risco de invasão do produto estrangeiro. Isso pode liquidar a nossa produção, que não tem 40 anos, e estava se consolidando, analisou. O setor da fruticultura pedirá socorro emergencial e uma solução definitiva, completou. Uma das possibilidades é a instalação de telas nas plantações, embora seja bastante cara. A solução já é adotada na Europa e na Ásia. Para compensar o investimento, o setor precisaria da implementação de algumas políticas públicas, como desoneração de impostos, ampliação do orçamento para a subvenção do seguro agrícola e pesquisas sobre combate à chuva de granizo. Se houver boa vontade por parte do governo, a maçã vai sobreviver, projetou.

A destruição das lavouras de maçã pelo granizo na região dos Campos de Cima da Serra levou o deputado Francisco Appio (PP) à tribuna. Ele destacou que os 15 mil trabalhadores recrutados na Metade Sul para colher maçãs não terão trabalho no próximo ano porque não haverá maçãs para colher, a não ser uma pequena parcela e de qualidade duvidosa. As perdas são calculadas em R$ 100 milhões. Grande parte das macieiras terão de ser arrancadas e plantadas novamente e só darão frutos daqui a dois ou três anos. Como resultado, a quantidade de maçãs nacionais no mercado interno será pequena e há risco de invasão do produto estrangeiro. Isso pode liquidar a nossa produção, que não tem 40 anos, e estava se consolidando, analisou. O setor da fruticultura pedirá socorro emergencial e uma solução definitiva, completou. Uma das possibilidades é a instalação de telas nas plantações, embora seja bastante cara. A solução já é adotada na Europa e na Ásia. Para compensar o investimento, o setor precisaria da implementação de algumas políticas públicas, como desoneração de impostos, ampliação do orçamento para a subvenção do seguro agrícola e pesquisas sobre combate à chuva de granizo. Se houver boa vontade por parte do governo, a maçã vai sobreviver, projetou.