
Em recente entrevista para o repórter Aldoir, da Rádio Fátima de Vacaria, deputado Francisco Appio foi indagado: Se especula muito nos bastidores da política uma possível, uma provável coligação entre o PP e o PMDB, adversários históricos aqui em Vacaria, inclusive com alguns nomes, pelo lado do PP o seu nome, pelo lado do PMDB nomes como da vereadora Elisabete, do vereador Douglas, enfim, qual é análise deste cenário, destas situações que o senhor faz? APPIO respondeu: A gente não descarta nada, não sou eu o dono do partido progressista, não há donos no partido progressista, há vontades, há projetos, há estratégias. Hoje no cenário que estamos vivendo, os partidos estão tão próximos que nos temos coligação do PP com o PT, do PDT com o DEM em todas as partes, ainda conservamos em Vacaria, uma estrutura muito conservadora, são praticamente três, quatro pilares de partidos políticos que se diferenciam, e que raramente se juntam, mas não sei se é chegada à hora de fazer isso, mas não vai tardar o momento em que as pessoas vão pensar num projeto pensando Vacaria, não pensando no partido político, no crescimento partidário, mas pensando Vacaria, e ai terão que abrir mão de algumas vaidades pessoais mão de alguns interesses partidários, e ai terão de consagrar a idéia de que só uma grande união poderá dar a Vacaria o impulso necessário também não desmereço aqui o fato de que o PT chegou ao governo municipal graças a méritos ao candidato Elói, mas também a polêmica atuação dos candidatos que disputaram, dizem que não foi Elói que ganhou, mas que foram o Palombini e o Pegoraro que perderam mas essa é uma questão superada, nós não estamos no segundo turno desta eleição; mas serviu de lição muita coisa que aconteceu ali serve de lição. Nós teremos de pensar que o PT tem nas mãos o governo do Estado e o Governo Federal. Certamente fará uma grande administração. Não lhe faltam recursos. Não tem mais aquele discurso de que a governadora é de outro partido, de que o presidente isto aquilo. Agora tem a faca e o queijo na mão e eu desejo veementemente que o Elói consiga esses recursos para fazer de seu mandato um grande mandato, como foi do Pegoraro, como foi do Palombini, como foi do Mezzari como foram de tantos outros. O que entretanto não descarta a necessidade de uma oposição para fiscalizar, para criticar construtivamente, e quem sabe isso possa gerar uma união de interesse. Agora eu não falo em nomes, não dá para falar em nomes. Eu mesmo não sei se serei candidato. Eu sou um candidato do partido, estarei a disposição do partido. Pode ser que eu concorra a prefeito se o partido desejar, pode ser que eu concorra a vice prefeito se o partido desejar, pode ser que eu concorra a vereador se o partido desejar. Eu não quero é ficar fora do processo da vida pública porque abri mão de uma profissão que foi muito importante para mim no Banco do Brasil, foi uma grande escola, abri mão do rádio que é a minha grande paixão, com o qual iniciei minha vida em 1963, mas abracei a vida pública onde encontrei a possibilidade de fazer alguma coisa, de transformar a retórica em atos e ações pró ativas e estou verdadeiramente apaixonado, claro que fiquei triste com o resultado. Fiquei triste naquele instante, quando percebi que tinha feito 34400 votos, mais do que muitos dos que se elegeram, pensei: olha é sério demais pra rir, e eu já estou velho demais pra não chorar. Mas não há mágoas, não há ressentimentos, há sim uma convicção de que erramos na estratégia. Muitos tínham projetos, alguns individuais, pessoais, outros coletivos, e erramos. Então, no erro a gente tenta acertar para o que vem daqui a dois anos. Na foto, durante sua carreira política, Appio com Aecio Neves

Em recente entrevista para o repórter Aldoir, da Rádio Fátima de Vacaria, deputado Francisco Appio foi indagado: Se especula muito nos bastidores da política uma possível, uma provável coligação entre o PP e o PMDB, adversários históricos aqui em Vacaria, inclusive com alguns nomes, pelo lado do PP o seu nome, pelo lado do PMDB nomes como da vereadora Elisabete, do vereador Douglas, enfim, qual é análise deste cenário, destas situações que o senhor faz? APPIO respondeu: A gente não descarta nada, não sou eu o dono do partido progressista, não há donos no partido progressista, há vontades, há projetos, há estratégias. Hoje no cenário que estamos vivendo, os partidos estão tão próximos que nos temos coligação do PP com o PT, do PDT com o DEM em todas as partes, ainda conservamos em Vacaria, uma estrutura muito conservadora, são praticamente três, quatro pilares de partidos políticos que se diferenciam, e que raramente se juntam, mas não sei se é chegada à hora de fazer isso, mas não vai tardar o momento em que as pessoas vão pensar num projeto pensando Vacaria, não pensando no partido político, no crescimento partidário, mas pensando Vacaria, e ai terão que abrir mão de algumas vaidades pessoais mão de alguns interesses partidários, e ai terão de consagrar a idéia de que só uma grande união poderá dar a Vacaria o impulso necessário também não desmereço aqui o fato de que o PT chegou ao governo municipal graças a méritos ao candidato Elói, mas também a polêmica atuação dos candidatos que disputaram, dizem que não foi Elói que ganhou, mas que foram o Palombini e o Pegoraro que perderam mas essa é uma questão superada, nós não estamos no segundo turno desta eleição; mas serviu de lição muita coisa que aconteceu ali serve de lição. Nós teremos de pensar que o PT tem nas mãos o governo do Estado e o Governo Federal. Certamente fará uma grande administração. Não lhe faltam recursos. Não tem mais aquele discurso de que a governadora é de outro partido, de que o presidente isto aquilo. Agora tem a faca e o queijo na mão e eu desejo veementemente que o Elói consiga esses recursos para fazer de seu mandato um grande mandato, como foi do Pegoraro, como foi do Palombini, como foi do Mezzari como foram de tantos outros. O que entretanto não descarta a necessidade de uma oposição para fiscalizar, para criticar construtivamente, e quem sabe isso possa gerar uma união de interesse. Agora eu não falo em nomes, não dá para falar em nomes. Eu mesmo não sei se serei candidato. Eu sou um candidato do partido, estarei a disposição do partido. Pode ser que eu concorra a prefeito se o partido desejar, pode ser que eu concorra a vice prefeito se o partido desejar, pode ser que eu concorra a vereador se o partido desejar. Eu não quero é ficar fora do processo da vida pública porque abri mão de uma profissão que foi muito importante para mim no Banco do Brasil, foi uma grande escola, abri mão do rádio que é a minha grande paixão, com o qual iniciei minha vida em 1963, mas abracei a vida pública onde encontrei a possibilidade de fazer alguma coisa, de transformar a retórica em atos e ações pró ativas e estou verdadeiramente apaixonado, claro que fiquei triste com o resultado. Fiquei triste naquele instante, quando percebi que tinha feito 34400 votos, mais do que muitos dos que se elegeram, pensei: olha é sério demais pra rir, e eu já estou velho demais pra não chorar. Mas não há mágoas, não há ressentimentos, há sim uma convicção de que erramos na estratégia. Muitos tínham projetos, alguns individuais, pessoais, outros coletivos, e erramos. Então, no erro a gente tenta acertar para o que vem daqui a dois anos. Na foto, durante sua carreira política, Appio com Aecio Neves