
O coordenador da Frente Parlamentar Contra a Prorrogação dos Contratos de Pedágios, deputado Francisco Appio (PP), voltou a condenar, nesta segunda-feira, o modelo dos contratos de concessão das rodovias estaduais. De acordo com o progressista, usuários e concessionários das estradas são os principais prejudicados pelos termos do acordo, já que há um alto e abusivo custo incidente no preço das tarifas, como Pis e Cofins, ISSQN, taxas do Daer e da Agergs, publicidade, consultorias, pedreciação e amortização de empréstimos, entre outros, Esta carga responde, segundo o deputado, por mais de 60% das despesas. Conforme Appio, o modelo formatado em 1996 e implantado em 1998 foi agravado em 2000, com a introdução da cobrança bidirecional - ou seja, o pagamento de tarifa na ida e na volta. Essa medida, denuncia o progressista, representou aumento de pelo menos 37% no valor dos pedágios. Para o deputado, por mais de 10 anos, este "tarifaço" vem sendo aplicado nos usuários gaúchos a pretexto de compensação de perdas e desequilíbrio econômico. Esta situação confirma a maior exploração de todos os tempos" afirma. Segundo ele, governos não tiveram coragem ou espírito público para revisar o modelo sob a alegação de que os termos não poderiam ser modificados. De acordo com o parlamentar, as alterações realizadas em 2000 tornaram o contrato pior do que em sua formatação inicial. "A alegação de que há uma dívida milionária a ser paga às empresas é pura fantasia de quem faz parte do lobby dos pedágios. Isso precisa mudar", completa Appio.

O coordenador da Frente Parlamentar Contra a Prorrogação dos Contratos de Pedágios, deputado Francisco Appio (PP), voltou a condenar, nesta segunda-feira, o modelo dos contratos de concessão das rodovias estaduais. De acordo com o progressista, usuários e concessionários das estradas são os principais prejudicados pelos termos do acordo, já que há um alto e abusivo custo incidente no preço das tarifas, como Pis e Cofins, ISSQN, taxas do Daer e da Agergs, publicidade, consultorias, pedreciação e amortização de empréstimos, entre outros, Esta carga responde, segundo o deputado, por mais de 60% das despesas. Conforme Appio, o modelo formatado em 1996 e implantado em 1998 foi agravado em 2000, com a introdução da cobrança bidirecional - ou seja, o pagamento de tarifa na ida e na volta. Essa medida, denuncia o progressista, representou aumento de pelo menos 37% no valor dos pedágios. Para o deputado, por mais de 10 anos, este "tarifaço" vem sendo aplicado nos usuários gaúchos a pretexto de compensação de perdas e desequilíbrio econômico. Esta situação confirma a maior exploração de todos os tempos" afirma. Segundo ele, governos não tiveram coragem ou espírito público para revisar o modelo sob a alegação de que os termos não poderiam ser modificados. De acordo com o parlamentar, as alterações realizadas em 2000 tornaram o contrato pior do que em sua formatação inicial. "A alegação de que há uma dívida milionária a ser paga às empresas é pura fantasia de quem faz parte do lobby dos pedágios. Isso precisa mudar", completa Appio.