
O Outubro Rosa terminou e entre as lições relevantes que ficam está a necessidade de reduzir a burocracia e melhorar o acesso ao atendimento e as condições dos equipamentos utilizados para a prevenção e o tratamento do câncer de mama. A observação foi feita pela senadora Ana Amélia (PP-RS), na tribuna, nesta quarta-feira (28). A burocracia, as dificuldades de manutenção de equipamentos médicos, as limitações de mão de obra qualificada para operar esses aparelhos e os problemas de custeio de cirurgias, como as de reconstrução da mama, ainda são barreiras para o combate efetivo ao câncer de mama no Brasil ressaltou a parlamentar. Outro desafio urgente, ressaltou a senadora, é garantir o cumprimento da lei, da qual ela foi relatora no Senado, que garante no âmbito do SUS a reconstrução da mama na mesma cirurgia para retirada do tumor. Ana Amélia ainda defendeu um choque de eficiência e de racionalidade em todos os procedimentos na área da saúde, usando a tecnologia moderna. Seria muito bom o dia em que um médico lá no Chuí pudesse receber um cartão do SUS e identificar um paciente do Amapá, por exemplo, em um atendimento de emergência, e ter o prontuário inteiro com toda a ficha de saúde daquele paciente sugeriu. A parlamentar disse que se o país é capaz de fazer a declaração de imposto de renda pela internet e usar uma urna eletrônica, pode também criar um sistema nacional unificado do SUS, com um cartão que reconheça o perfil de cada paciente. Veja quanta eficiência. Temos gente especializada, temos gente capacitada, basta vontade política de realizar isso disse. Mamografia A senadora também lembrou do projeto de decreto legislativo (PDS 2/2014) que apresentou ainda em 2013. A iniciativa anula a portaria do Ministério da Saúde, criada naquele ano, restringindo a mamografia como exame de rotina no SUS apenas às mulheres a partir dos 50 anos. Pela portaria, mulheres entre 40 e 49 anos só farão o exame pelo SUS se houver indicação médica em casos de dor, nódulos ou secreções no seio, ou se a mulher tiver histórico de câncer na família. A parlamentar fez um apelo para que a proposta seja votada na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

O Outubro Rosa terminou e entre as lições relevantes que ficam está a necessidade de reduzir a burocracia e melhorar o acesso ao atendimento e as condições dos equipamentos utilizados para a prevenção e o tratamento do câncer de mama. A observação foi feita pela senadora Ana Amélia (PP-RS), na tribuna, nesta quarta-feira (28). A burocracia, as dificuldades de manutenção de equipamentos médicos, as limitações de mão de obra qualificada para operar esses aparelhos e os problemas de custeio de cirurgias, como as de reconstrução da mama, ainda são barreiras para o combate efetivo ao câncer de mama no Brasil ressaltou a parlamentar. Outro desafio urgente, ressaltou a senadora, é garantir o cumprimento da lei, da qual ela foi relatora no Senado, que garante no âmbito do SUS a reconstrução da mama na mesma cirurgia para retirada do tumor. Ana Amélia ainda defendeu um choque de eficiência e de racionalidade em todos os procedimentos na área da saúde, usando a tecnologia moderna. Seria muito bom o dia em que um médico lá no Chuí pudesse receber um cartão do SUS e identificar um paciente do Amapá, por exemplo, em um atendimento de emergência, e ter o prontuário inteiro com toda a ficha de saúde daquele paciente sugeriu. A parlamentar disse que se o país é capaz de fazer a declaração de imposto de renda pela internet e usar uma urna eletrônica, pode também criar um sistema nacional unificado do SUS, com um cartão que reconheça o perfil de cada paciente. Veja quanta eficiência. Temos gente especializada, temos gente capacitada, basta vontade política de realizar isso disse. Mamografia A senadora também lembrou do projeto de decreto legislativo (PDS 2/2014) que apresentou ainda em 2013. A iniciativa anula a portaria do Ministério da Saúde, criada naquele ano, restringindo a mamografia como exame de rotina no SUS apenas às mulheres a partir dos 50 anos. Pela portaria, mulheres entre 40 e 49 anos só farão o exame pelo SUS se houver indicação médica em casos de dor, nódulos ou secreções no seio, ou se a mulher tiver histórico de câncer na família. A parlamentar fez um apelo para que a proposta seja votada na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.