Ana Amélia cobra explicações do governo sobre médicos cubanos


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22/08/2013

A senadora Ana Amélia (PP-RS) cobrou, nesta quinta-feira (22), mais transparência do governo federal em relação ao programa Mais Médicos, criado pela Medida Provisória 621/2013. Em Plenário, ela disse que faltam informações detalhadas sobre a contratação dos 400 médicos cubanos que chegam na próxima semana ao Brasil para trabalhar nos 701 municípios que não foram escolhidos por nenhum profissional na primeira etapa do programa, a maioria no Norte e no Nordeste. Até o fim deste ano, o Brasil deve receber 4 mil médicos cubanos. A senadora questionou as condições em que o primeiro grupo será transportado, recebido e hospedado, além dos custos dessa operação logística para o país. - Para onde irão? Para uma unidade militar? Como eles sairão de Cuba, em aviões cubanos ou da FAB? - indagou. Outra preocupação manifestada por Ana Amélia é com o anúncio do repasse de R$ 10 mil mensais por médico a Cuba. Para a parlamentar, não está claro se os acordos correspondem a contratos individuais com os profissionais ou se o Brasil está contratando um serviço terceirizado junto ao governo cubano. - Aí ocorreria a precarização do serviço. O governo brasileiro vai pagar ao governo cubano e não ao médicos que virão para cá - disse. A parlamentar citou reportagem que relata lucros para o regime cubano de cerca de US$ 5 bilhões com serviços prestados por seus médicos na Venezuela, pagos em barris de petróleo, na África do Sul e em outros países. Para garantir que não haverá exploração da atividade médica e que será garantida a assistência de saúde, especialmente na área de prevenção, Ana Amélia afirmou que o governo precisa esclarecer melhor o programa. - Queremos a solução, mas com muita transparência, de uma decisão que até nos surpreendeu pela forma como foi anunciada depois do que discutimos aqui - argumentou.

A senadora Ana Amélia (PP-RS) cobrou, nesta quinta-feira (22), mais transparência do governo federal em relação ao programa Mais Médicos, criado pela Medida Provisória 621/2013. Em Plenário, ela disse que faltam informações detalhadas sobre a contratação dos 400 médicos cubanos que chegam na próxima semana ao Brasil para trabalhar nos 701 municípios que não foram escolhidos por nenhum profissional na primeira etapa do programa, a maioria no Norte e no Nordeste. Até o fim deste ano, o Brasil deve receber 4 mil médicos cubanos. A senadora questionou as condições em que o primeiro grupo será transportado, recebido e hospedado, além dos custos dessa operação logística para o país. - Para onde irão? Para uma unidade militar? Como eles sairão de Cuba, em aviões cubanos ou da FAB? - indagou. Outra preocupação manifestada por Ana Amélia é com o anúncio do repasse de R$ 10 mil mensais por médico a Cuba. Para a parlamentar, não está claro se os acordos correspondem a contratos individuais com os profissionais ou se o Brasil está contratando um serviço terceirizado junto ao governo cubano. - Aí ocorreria a precarização do serviço. O governo brasileiro vai pagar ao governo cubano e não ao médicos que virão para cá - disse. A parlamentar citou reportagem que relata lucros para o regime cubano de cerca de US$ 5 bilhões com serviços prestados por seus médicos na Venezuela, pagos em barris de petróleo, na África do Sul e em outros países. Para garantir que não haverá exploração da atividade médica e que será garantida a assistência de saúde, especialmente na área de prevenção, Ana Amélia afirmou que o governo precisa esclarecer melhor o programa. - Queremos a solução, mas com muita transparência, de uma decisão que até nos surpreendeu pela forma como foi anunciada depois do que discutimos aqui - argumentou.

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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