
A possibilidade de incluir na proposta de reforma da Previdência Social a elevação da taxação sobre o setor do agronegócio, com a finalidade de reduzir o deficit do sistema de aposentadorias no país, examinada pelo atual governo, foi criticada pela senadora Ana Amélia (PP-RS) nesta quinta-feira (23). A ideia seria acabar com a isenção do agronegócio no pagamento de contribuição previdenciária sobre a receita obtida com exportação. A senadora gaúcha considera a medida um equívoco da área econômica do governo pensar em taxar o setor que tem carregado o Brasil nas costas. Não fosse o excelente desempenho, graças ao trabalho dos produtores rurais brasileiros, a crise econômica seria muito pior. O setor assegura o abastecimento interno e ainda gera excedentes exportáveis que dão ao Brasil a tranquilidade de reservas cambiais extraordinárias e um superávit na balança comercial. Penalizar com um imposto na exportação é um tiro no pé que o governo estaria dando nesse momento avaliou a presidente da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado. O tema também foi comentado pelo ministro Blairo Maggi, em reunião na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado. Ele disse que a medida que estaria sendo estudada pela equipe econômica do governo representaria um "abraço do afogado". Meu papel é defender o produtor. Vou defender até ficar só com o toco da espada nas mãos. Não concordo com a taxação disse Maggi.

A possibilidade de incluir na proposta de reforma da Previdência Social a elevação da taxação sobre o setor do agronegócio, com a finalidade de reduzir o deficit do sistema de aposentadorias no país, examinada pelo atual governo, foi criticada pela senadora Ana Amélia (PP-RS) nesta quinta-feira (23). A ideia seria acabar com a isenção do agronegócio no pagamento de contribuição previdenciária sobre a receita obtida com exportação. A senadora gaúcha considera a medida um equívoco da área econômica do governo pensar em taxar o setor que tem carregado o Brasil nas costas. Não fosse o excelente desempenho, graças ao trabalho dos produtores rurais brasileiros, a crise econômica seria muito pior. O setor assegura o abastecimento interno e ainda gera excedentes exportáveis que dão ao Brasil a tranquilidade de reservas cambiais extraordinárias e um superávit na balança comercial. Penalizar com um imposto na exportação é um tiro no pé que o governo estaria dando nesse momento avaliou a presidente da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado. O tema também foi comentado pelo ministro Blairo Maggi, em reunião na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado. Ele disse que a medida que estaria sendo estudada pela equipe econômica do governo representaria um "abraço do afogado". Meu papel é defender o produtor. Vou defender até ficar só com o toco da espada nas mãos. Não concordo com a taxação disse Maggi.