Ana Amélia cobra eficiência dos serviços públicos e reafirma posição contra a CPMF


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24/09/2015 Senadora ressaltou que governo mantém empresas estatais que não produzem resultados

Na tribuna do Senado, nesta quarta-feira (23), a senadora Ana Amélia (PP-RS) enfatizou que em vez de enviar o projeto de recriação da CPMF, o governo deveria priorizar a eficiência na administração federal. A proposta de emenda à Constituição que cria novo tributo, semelhante à antiga Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira, foi enviada pela Presidência da República ao Congresso na terça-feira (22). A parlamentar gaúcha destacou problemas de empresas estatais, como as do setor elétrico, com constantes apagões, apesar da conta cara de energia. Para Ana Amélia, isso revela ineficiência do Estado no gerenciamento das empresas públicas. Além disso, afirmou a senadora, há empresas que existem sem propósito, como a Empresa de Planejamento e Logística. A EPL foi criada para operar o trem bala Rio-São Paulo, cujo projeto não saiu do papel por falta de viabilidade econômica. Conforme a senadora, trata-se de um erro em cima do outro e quem é chamado a pagar a conta é o contribuinte, agora com a recriação da CPMF. — Sou contra a recriação da CPMF! O governo e as estatais precisam priorizar a eficiência, pois os cidadãos não suportam mais pagar caro por tributos e receber em troca serviços de má qualidade — disse a senadora.

Na tribuna do Senado, nesta quarta-feira (23), a senadora Ana Amélia (PP-RS) enfatizou que em vez de enviar o projeto de recriação da CPMF, o governo deveria priorizar a eficiência na administração federal. A proposta de emenda à Constituição que cria novo tributo, semelhante à antiga Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira, foi enviada pela Presidência da República ao Congresso na terça-feira (22). A parlamentar gaúcha destacou problemas de empresas estatais, como as do setor elétrico, com constantes apagões, apesar da conta cara de energia. Para Ana Amélia, isso revela ineficiência do Estado no gerenciamento das empresas públicas. Além disso, afirmou a senadora, há empresas que existem sem propósito, como a Empresa de Planejamento e Logística. A EPL foi criada para operar o trem bala Rio-São Paulo, cujo projeto não saiu do papel por falta de viabilidade econômica. Conforme a senadora, trata-se de um erro em cima do outro e quem é chamado a pagar a conta é o contribuinte, agora com a recriação da CPMF. — Sou contra a recriação da CPMF! O governo e as estatais precisam priorizar a eficiência, pois os cidadãos não suportam mais pagar caro por tributos e receber em troca serviços de má qualidade — disse a senadora.

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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