
Os problemas vivenciados pelos pacientes de câncer e suas famílias e as iniciativas para o enfrentamento à doença foram abordados pela senadora Ana Amélia (PP/RS), durante pronunciamento nesta sexta-feira (25), no plenário da Casa. A previsão de que 500 mil novos casos de câncer sejam diagnosticados neste ano no país foi destacada pela progressista ao falar da necessidade de mais esclarecimentos sobre a doença e os direitos dos pacientes. Ana Amélia citou como exemplo o livro escrito pela advogada pernambucana Antonieta Barbosa. Informou também que, a seu pedido, a advogada elaborou uma cartilha que agora está sendo publicada pela Gráfica do Senado, com esclarecimentos nesse sentido. - Todos os pacientes poderão tomar conhecimento amplo de seus direitos e, assim, conduzir sua vida com dignidade - comentou a senadora. Intitulada Manual de Cidadania do Paciente de Câncer, a cartilha condensa os principais pontos do livro. Na obra, chamada Câncer - Direito e Cidadania, Antonieta Barbosa reuniu tudo o que descobriu sobre a doença e os direitos dos pacientes desde o momento em que ela mesma foi diagnosticada com câncer. A senadora gaúcha observou que os pacientes nem sempre conhecem seus direitos, como auxílio doença, isenção de imposto de renda e gratuidade de medicamentos, além da aposentadoria especial na definitiva incapacidade. - A desinformação mata mais do que o câncer. Desde que tomei conhecimento do livro, que é, na verdade, uma obra social, eu decidi apoiar a iniciativa - comentou, ao lembrar seu esforço de divulgação que levou à ideia da cartilha. Cuidar dos pacientes O pronunciamento da senadora antecedeu em três dias à data nacional do combate ao câncer de mama, que é 28 de abril. Após citar as estatísticas de câncer para o ano, Ana Amélia observou que os tipos mais frequentes, exceto os de pele, são os de próstata e pulmão entre os homens; e de colo de útero e de mama entre as mulheres. Ela disse que os brasileiros que serão alcançados pelo câncer em 2011 correspondem a 0,26% de toda a população. - A mensagem que quero plantar hoje é de que não esperemos que isso aconteça em nossas famílias para que comecemos a cuidar dos nossos portadores de câncer e de suas famílias - afirmou. Ana Amélia destacou ainda o trabalho desenvolvido pelo Instituto da Mama (Inama), núcleo Rio Grande do Sul, e da Federação Brasileira das Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Fenama), que desenvolvem projetos de prevenção, informação e apoio às mulheres sobre o câncer de mama. Outra instituição citada foi o Centro de Apoio Oncológico Luciano (CAOL), sediada em Erechim (RS). A entidade presta assistência a cerca de 600 pessoas a cada ano em 117 municípios gaúchos, além de desenvolver projeto de doação de medula óssea pioneiro no interior do estado. Elogios à iniciativa De formação médica, o senador Mozarildo Cavancanti (PTB-RR) elogiou a iniciativa da senadora sobre a publicação da cartilha. Em sua opinião, educar e cuidar da saúde são questões que devem "caminhar juntas". Vital do Rêgo (PMDB-PB), também médico, disse que a defesa dos portadores de câncer feita pela senadora correspondeu às suas próprias aspirações.

Os problemas vivenciados pelos pacientes de câncer e suas famílias e as iniciativas para o enfrentamento à doença foram abordados pela senadora Ana Amélia (PP/RS), durante pronunciamento nesta sexta-feira (25), no plenário da Casa. A previsão de que 500 mil novos casos de câncer sejam diagnosticados neste ano no país foi destacada pela progressista ao falar da necessidade de mais esclarecimentos sobre a doença e os direitos dos pacientes. Ana Amélia citou como exemplo o livro escrito pela advogada pernambucana Antonieta Barbosa. Informou também que, a seu pedido, a advogada elaborou uma cartilha que agora está sendo publicada pela Gráfica do Senado, com esclarecimentos nesse sentido. - Todos os pacientes poderão tomar conhecimento amplo de seus direitos e, assim, conduzir sua vida com dignidade - comentou a senadora. Intitulada Manual de Cidadania do Paciente de Câncer, a cartilha condensa os principais pontos do livro. Na obra, chamada Câncer - Direito e Cidadania, Antonieta Barbosa reuniu tudo o que descobriu sobre a doença e os direitos dos pacientes desde o momento em que ela mesma foi diagnosticada com câncer. A senadora gaúcha observou que os pacientes nem sempre conhecem seus direitos, como auxílio doença, isenção de imposto de renda e gratuidade de medicamentos, além da aposentadoria especial na definitiva incapacidade. - A desinformação mata mais do que o câncer. Desde que tomei conhecimento do livro, que é, na verdade, uma obra social, eu decidi apoiar a iniciativa - comentou, ao lembrar seu esforço de divulgação que levou à ideia da cartilha. Cuidar dos pacientes O pronunciamento da senadora antecedeu em três dias à data nacional do combate ao câncer de mama, que é 28 de abril. Após citar as estatísticas de câncer para o ano, Ana Amélia observou que os tipos mais frequentes, exceto os de pele, são os de próstata e pulmão entre os homens; e de colo de útero e de mama entre as mulheres. Ela disse que os brasileiros que serão alcançados pelo câncer em 2011 correspondem a 0,26% de toda a população. - A mensagem que quero plantar hoje é de que não esperemos que isso aconteça em nossas famílias para que comecemos a cuidar dos nossos portadores de câncer e de suas famílias - afirmou. Ana Amélia destacou ainda o trabalho desenvolvido pelo Instituto da Mama (Inama), núcleo Rio Grande do Sul, e da Federação Brasileira das Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Fenama), que desenvolvem projetos de prevenção, informação e apoio às mulheres sobre o câncer de mama. Outra instituição citada foi o Centro de Apoio Oncológico Luciano (CAOL), sediada em Erechim (RS). A entidade presta assistência a cerca de 600 pessoas a cada ano em 117 municípios gaúchos, além de desenvolver projeto de doação de medula óssea pioneiro no interior do estado. Elogios à iniciativa De formação médica, o senador Mozarildo Cavancanti (PTB-RR) elogiou a iniciativa da senadora sobre a publicação da cartilha. Em sua opinião, educar e cuidar da saúde são questões que devem "caminhar juntas". Vital do Rêgo (PMDB-PB), também médico, disse que a defesa dos portadores de câncer feita pela senadora correspondeu às suas próprias aspirações.