
Esporte de luta, o kickboxing teve início na década de 1970, nos Estados Unidos, e significa chutar boxeando. Cerca de 800 atletas estarão reunidos para uma competição internacional desse esporte: o 9º Campeonato Pan-americano de Kickboxing, que inicia nesta quarta-feira, 26 de outubro, e segue até domingo, dia 30, em Cancun, México. Entre esses competidores, está o acadêmico Gustavo Pietro Bom, do curso de Educação Física (licenciatura) da Universidade de Passo Fundo (UPF), que disputará com adversários de países como a Argentina, Bolívia, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Equador, Guatemala, Jamaica, Porto Rico, Trinidad e Tobago, Estados Unidos, Venezuela e do próprio país-sede. O kickboxing engloba praticamente todas as faixas etárias, bem como os variados tipos físicos, dividindo-se em sete modalidades com regras diferenciadas. Quatro categorias são disputadas em tatame, envolvendo desde a apresentação de movimentos sincronizados sem adversário, com ou sem o uso de armas marciais, até lutas completas com a prática de técnicas de chute e socos. Outras três modalidades são realizadas em ringue, quais sejam Full Contact, Low Kicks e K1 Rules, nas quais o lutador busca vencer a luta por nocaute, com mais pontos do que o rival. Experiente, o atleta está confiante em conseguir um bom resultado. A minha preparação foi completa. Espero recuperar o título de campeão pan-americano e conquistar o tricampeonato na luta no tatame, modalidade na qual me sagrei vencedor nos anos de 2010 e 2012, e obter um título internacional inédito no ringue, já que tenho vitórias dessa categoria em torneios nacionais, como a Copa do Brasil de Kickboxing, conta o estudante. Um caminho de vitórias Gustavo Pietro Bom cursa o segundo nível do curso de Educação Física. O gosto pelo esporte começou quando pequeno, época marcada pela demonstração de interesse pelas lutas marciais. O primeiro contato com elas ocorreu por meio do projeto de extensão Atleta do Futuro, da Faculdade de Educação Física e Fisioterapia (Feff), em que acompanhava o irmão nos treinos de judô. Após um tempo, o atleta passou a frequentar uma academia para fazer musculação, onde também participava de treinamentos de caratê e kickboxing. Em 2006, depois de competir em alguns eventos de caratê, o aluno decidiu lutar kickboxing. A estreia foi em Veranópolis (RS), onde venceu pela primeira vez, derrotando o oponente por nocaute com pouco mais de um minuto de confronto. A sua trajetória é constituída por múltiplas conquistas, tais como o bicampeonato pan-americano, o heptacampeonato brasileiro e as vitórias na Copa do Brasil. Também já marcou presença em um campeonato mundial, ocorrido em 2011, em Skopje, Macedônia, oportunidade que lhe trouxe experiência e reconhecimento - na ocasião, foi convidado a atuar como lutador profissional em Caxias do Sul (RS). Gustavo ainda desenvolve um projeto social, atendendo a jovens de maneira gratuita. Preparação com trabalho conjunto O saldo positivo de resultados teve origem por intermédio da intensa dedicação do atleta. Para o Campeonato em Cancun, Gustavo recebe o acompanhamento de uma equipe formada pelo acadêmico do curso de Fisioterapia, Vinicius Aguirre, pelos fisioterapeutas Marcos Spassim e Emanuele Sbeghen, pelo educador físico Eduardo Cardoso e pela nutricionista Camila Fontana Gasparotto, todos egressos da UPF. Além disso, ele faz treinamentos técnicos diários na academia de lutas do quartel do 3º RPMon. O 9º Campeonato Pan-americano de Kickboxing é uma realização da Confederação Pan-americana de Kickboxing, e ocorre a cada dois anos, sob a supervisão da World Association of Kickboxing Organizations (WAKO), entidade máxima do esporte no mundo.

Esporte de luta, o kickboxing teve início na década de 1970, nos Estados Unidos, e significa chutar boxeando. Cerca de 800 atletas estarão reunidos para uma competição internacional desse esporte: o 9º Campeonato Pan-americano de Kickboxing, que inicia nesta quarta-feira, 26 de outubro, e segue até domingo, dia 30, em Cancun, México. Entre esses competidores, está o acadêmico Gustavo Pietro Bom, do curso de Educação Física (licenciatura) da Universidade de Passo Fundo (UPF), que disputará com adversários de países como a Argentina, Bolívia, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Equador, Guatemala, Jamaica, Porto Rico, Trinidad e Tobago, Estados Unidos, Venezuela e do próprio país-sede. O kickboxing engloba praticamente todas as faixas etárias, bem como os variados tipos físicos, dividindo-se em sete modalidades com regras diferenciadas. Quatro categorias são disputadas em tatame, envolvendo desde a apresentação de movimentos sincronizados sem adversário, com ou sem o uso de armas marciais, até lutas completas com a prática de técnicas de chute e socos. Outras três modalidades são realizadas em ringue, quais sejam Full Contact, Low Kicks e K1 Rules, nas quais o lutador busca vencer a luta por nocaute, com mais pontos do que o rival. Experiente, o atleta está confiante em conseguir um bom resultado. A minha preparação foi completa. Espero recuperar o título de campeão pan-americano e conquistar o tricampeonato na luta no tatame, modalidade na qual me sagrei vencedor nos anos de 2010 e 2012, e obter um título internacional inédito no ringue, já que tenho vitórias dessa categoria em torneios nacionais, como a Copa do Brasil de Kickboxing, conta o estudante. Um caminho de vitórias Gustavo Pietro Bom cursa o segundo nível do curso de Educação Física. O gosto pelo esporte começou quando pequeno, época marcada pela demonstração de interesse pelas lutas marciais. O primeiro contato com elas ocorreu por meio do projeto de extensão Atleta do Futuro, da Faculdade de Educação Física e Fisioterapia (Feff), em que acompanhava o irmão nos treinos de judô. Após um tempo, o atleta passou a frequentar uma academia para fazer musculação, onde também participava de treinamentos de caratê e kickboxing. Em 2006, depois de competir em alguns eventos de caratê, o aluno decidiu lutar kickboxing. A estreia foi em Veranópolis (RS), onde venceu pela primeira vez, derrotando o oponente por nocaute com pouco mais de um minuto de confronto. A sua trajetória é constituída por múltiplas conquistas, tais como o bicampeonato pan-americano, o heptacampeonato brasileiro e as vitórias na Copa do Brasil. Também já marcou presença em um campeonato mundial, ocorrido em 2011, em Skopje, Macedônia, oportunidade que lhe trouxe experiência e reconhecimento - na ocasião, foi convidado a atuar como lutador profissional em Caxias do Sul (RS). Gustavo ainda desenvolve um projeto social, atendendo a jovens de maneira gratuita. Preparação com trabalho conjunto O saldo positivo de resultados teve origem por intermédio da intensa dedicação do atleta. Para o Campeonato em Cancun, Gustavo recebe o acompanhamento de uma equipe formada pelo acadêmico do curso de Fisioterapia, Vinicius Aguirre, pelos fisioterapeutas Marcos Spassim e Emanuele Sbeghen, pelo educador físico Eduardo Cardoso e pela nutricionista Camila Fontana Gasparotto, todos egressos da UPF. Além disso, ele faz treinamentos técnicos diários na academia de lutas do quartel do 3º RPMon. O 9º Campeonato Pan-americano de Kickboxing é uma realização da Confederação Pan-americana de Kickboxing, e ocorre a cada dois anos, sob a supervisão da World Association of Kickboxing Organizations (WAKO), entidade máxima do esporte no mundo.