
O uso de joias e bijuterias como adorno é comum e sempre esteve presente na vida do homem. Quando a indústria começou a se modernizar, os metais nobres como o ouro, a prata e a platina começaram a fazer parte da composição de joias, no entanto, para poder atender a todas as classes da sociedade, ligas metálicas compostas por metais menos nobres passaram a ser utilizadas na confecção das peças, barateando seu custo e trazendo outro problema: metais menos nobres podem ser potencialmente tóxicos. Materiais como o níquel, por exemplo, podem causar dermatite de contato, uma doença alérgica causada pelo uso de adornos que contenham esse e outros metais. Diante dessa evidência, a acadêmica do curso de Química da Universidade de Passo Fundo Morgana Manfron desenvolveu um estudo que analisou peças que são comercializadas em Passo Fundo e que têm como origem o estado de São Paulo, além de peças coletadas durante o processo de fabricação em uma indústria de Guaporé e outros itens comercializados em uma feira de exposição na cidade de Soledade. Desenvolvido dentro do Programa de Iniciação Científica do Curso de Química, o trabalho de pesquisa orientado pelo professor Delton Luiz Gobbi utiliza a técnica de análise da espectrometria de emissão ótica com arco de centelha, no qual a caracterização química dos metais presentes nas ligas é expressa em percentual em massa do total da liga. Sabe-se que o contato do metal com o suor do corpo causa a decomposição da liga utilizada na joia, fazendo com que o metal migre para o organismo humano, causando alguns danos à saúde. Há poucos estudos realizados nessa área, faltando informações a respeito desses riscos, tornando-se importante conhecer a composição e as porcentagens desses metais presentes nas joias e bijuterias, identificou a acadêmica, que segue com a pesquisa no Instituto de Ciências Exatas e Geociências da UPF.

O uso de joias e bijuterias como adorno é comum e sempre esteve presente na vida do homem. Quando a indústria começou a se modernizar, os metais nobres como o ouro, a prata e a platina começaram a fazer parte da composição de joias, no entanto, para poder atender a todas as classes da sociedade, ligas metálicas compostas por metais menos nobres passaram a ser utilizadas na confecção das peças, barateando seu custo e trazendo outro problema: metais menos nobres podem ser potencialmente tóxicos. Materiais como o níquel, por exemplo, podem causar dermatite de contato, uma doença alérgica causada pelo uso de adornos que contenham esse e outros metais. Diante dessa evidência, a acadêmica do curso de Química da Universidade de Passo Fundo Morgana Manfron desenvolveu um estudo que analisou peças que são comercializadas em Passo Fundo e que têm como origem o estado de São Paulo, além de peças coletadas durante o processo de fabricação em uma indústria de Guaporé e outros itens comercializados em uma feira de exposição na cidade de Soledade. Desenvolvido dentro do Programa de Iniciação Científica do Curso de Química, o trabalho de pesquisa orientado pelo professor Delton Luiz Gobbi utiliza a técnica de análise da espectrometria de emissão ótica com arco de centelha, no qual a caracterização química dos metais presentes nas ligas é expressa em percentual em massa do total da liga. Sabe-se que o contato do metal com o suor do corpo causa a decomposição da liga utilizada na joia, fazendo com que o metal migre para o organismo humano, causando alguns danos à saúde. Há poucos estudos realizados nessa área, faltando informações a respeito desses riscos, tornando-se importante conhecer a composição e as porcentagens desses metais presentes nas joias e bijuterias, identificou a acadêmica, que segue com a pesquisa no Instituto de Ciências Exatas e Geociências da UPF.