
Transcorrido prazo legal não houve, de parte do PTB, de Capão Bonito do Sul, interposição de recurso contra decisão unânime dos Desembargadores do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) confirmando sentença do Juiz Eleitoral Gerson Lira que julgou improcedente a Representação Eleitoral ajuizada contra a Folha do Nordeste, jornalista Marcos Nepomuceno, candidatos a prefeito e vice-prefeito Felippe Junior Rieth e Marizete Rauta, respectivamente. Processo vai para o arquivo.
Em primeira e segunda instâncias, o PTB de Capão Bonito do Sul não conseguiu provar as acusações feitas. O partido tentou configurar propaganda eleitoral antecipada a publicação pela Folha do Nordeste de notícias políticas sobre o andamento do processo de escolha de candidatos ao pleito municipal deste ano postulando a condenação da proprietária do jornal e de seu jornalista responsável, e também dos candidatos, ao pagamento de multa. Restou comprovado que a Folha exerceu o direito constitucional de informar a população e respeitou a legislação eleitoral vigente. A defesa da Folha e de seu jornalista esteve a cargo do advogado Victor Hugo Muraro Filho.

Transcorrido prazo legal não houve, de parte do PTB, de Capão Bonito do Sul, interposição de recurso contra decisão unânime dos Desembargadores do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) confirmando sentença do Juiz Eleitoral Gerson Lira que julgou improcedente a Representação Eleitoral ajuizada contra a Folha do Nordeste, jornalista Marcos Nepomuceno, candidatos a prefeito e vice-prefeito Felippe Junior Rieth e Marizete Rauta, respectivamente. Processo vai para o arquivo.
Em primeira e segunda instâncias, o PTB de Capão Bonito do Sul não conseguiu provar as acusações feitas. O partido tentou configurar propaganda eleitoral antecipada a publicação pela Folha do Nordeste de notícias políticas sobre o andamento do processo de escolha de candidatos ao pleito municipal deste ano postulando a condenação da proprietária do jornal e de seu jornalista responsável, e também dos candidatos, ao pagamento de multa. Restou comprovado que a Folha exerceu o direito constitucional de informar a população e respeitou a legislação eleitoral vigente. A defesa da Folha e de seu jornalista esteve a cargo do advogado Victor Hugo Muraro Filho.