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O rock não envelhece - 17/07/2026

A banda Rolling Stones (pedras rolantes) teve início em 1962 e está até hoje mais ativa do que nunca. São 64 anos, mais de meio século de atividade dos velhinhos roqueiros, esbanjando forma física invejável. Uma grande façanha, com certeza, para quem passa dos oitenta anos e acaba de lançar seu 25º álbum. 
E o que impressiona no palco é ver o entusiasmo e a agilidade usada pelo Mick Jagger e seus parceiros, no sentido de chama a atenção do público, fazendo com que a platéia interaja e viva intensamente o momento do show. Chama a atenção nessa historia, além do prestígio dos RS, uma coisa muito mais forte, que é exatamente o gosto, o carinho e a paixão das pessoas pelo ritmo do rock, que mexe com jovens, veteranos e velhos.
De certa forma isso prova minha tese de que o amor, em suas mais variadas formas de manifestação, não tem idade, começo e fim. Nasceu de Deus, que por amor transmitiu ao homem, criado a sua imagem. É muito comum indivíduos menos avisados não gostarem de determinada música, mesmo de grande sucesso na época, por considerar velha, ultrapassada. Quantas músicas lindas que já foram sucesso, e são ignoradas, entre aspas, por passarem do tempo ou velhas. Não concordo com isso porque todas as musicas, com raríssimas exceções, falam de amor, expressam amor. E na sua esmagadora maioria são feitas sobre o binômio mulher e amor, sendo que as mais antigas têm conteúdo e estrutura muito mais educada e sentimental. 
Ao contrário dessas loucuras que se vê na TV e se ouve no rádio dia inteiro, absolutamente sem conteúdo e valor cultural. É certo que músicas antigas não são ouvidas ou lembradas porque existe uma fábrica muito grande de novos cantores e suas músicas. Logo, as mais antigas vão ficando no esquecimento. Só por isso, porque como o amor não tem idade, não envelhece, elas não podem ser taxadas e velhas. Então meus amigos, para provar esse meu raciocínio, é que entram nessa história os RS, os reis do Rock ontem e hoje, cantando letras dos anos 60, 70, 80, 90 e milênio a dentro Quem fica velho somos nós, o amor não envelhece nunca, porque ele é irmão do vento, ou seja, não tem começo e nem fim
 
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TEMPO FEIO - Escrevo esta coluna na terça-feira, quando meteorologistas anunciam temperaturas elevadas para quinta e sexta-feira, muito acima da média para o mês de julho, fato que não é novidade. Lembro que em 2005 a temperatura chegou a 29 graus e mereceu destaque neste espaço. Aliás, aquele ano foi marcante, principalmente com a incidência de fenômenos naturais, que deixaram resultados assustadores. Aconteceu de tudo, desde erupção vulcânica, maremotos, estiagens e enchentes, resultando em destruição em vários pontos do Planeta. Foi um momento difícil, como que anunciando a presença desses fenômenos para o futuro. 
 
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HOSPITAIS - Continuam com lotação transbordando e no horizonte não se vislumbra uma solução, fato que torna a situação da saúde mais grave. Coisa muito séria. Mas veja, nesse deserto da saúde surge pequeno oásis em São Leopoldo, com a construção de novo hospital, que terá emergência, centro cirúrgico, UTI, e outros espaços, ao custo de 200 milhões. A obra será concluída até o início de 2028, e abriu espaço para 80 empregos, já em fase de seleção. É bastante dinheiro, mas penso que só com os penduricalhos da política e do funcionalismo público brasiliense daria para fazer uma boa casa de saúde. Será que não? Bem, pensar não é pecado, então, vida que segue. No final o tradicional abraço, que hoje vai para os colegas Aldemar Braghirolli, destacado presidente da OAB local e Victor Hugo Muraro Filho, o rei do rock. É gente que lê a Folha.

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