
O candidato ao governo do Rio Grande do Sul Luciano Zucco (PL) visitou, no fim da tarde desta quarta-feira (16), o cardeal Dom Jaime Spengler, arcebispo metropolitano de Porto Alegre e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
Zucco esteve acompanhado por Cleber Benvegnú e Leonardo Pascoal, integrantes do núcleo político e de comunicação de sua campanha.
Durante o encontro, conforme informações divulgadas pela campanha, foram abordados temas relacionados à situação socioeconômica do Brasil e do Rio Grande do Sul, aos desafios para o próximo governo estadual, à qualificação da atividade política e ao papel desempenhado pela Igreja Católica na sociedade.
DIÁLOGO ENTRE POLÍTICA E SOCIEDADE
Ainda segundo o relato da campanha, Dom Jaime falou sobre a importância do diálogo na busca de soluções para os problemas do Estado e abordou o atual cenário institucional brasileiro, incluindo os episódios recentes envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF).
O cardeal também tratou da contribuição histórica da Igreja para a formação do Rio Grande do Sul e da atenção às populações mais vulneráveis.
Outro tema abordado foi a participação dos fiéis na vida política. Conforme o relato do encontro, Dom Jaime defendeu essa participação, ressaltando a necessidade de preservar a distinção entre política e religião.
Zucco, que se declara católico, relatou que costuma frequentar o Carmelo Nossa Senhora do Carmo, na Cidade Baixa, em Porto Alegre. O candidato afirmou considerar importante ouvir a visão de diferentes setores da sociedade, entre eles a Igreja, sobre a realidade do Estado e seus desafios.
ENCÍCLICA DE LEÃO XIV
Ao final do encontro, Zucco recebeu de Dom Jaime um exemplar da encíclica Magnifica Humanitas, do Papa Leão XIV.
O documento, primeira encíclica do pontífice, trata da “salvaguarda da pessoa humana na era da inteligência artificial” e aborda questões como dignidade humana, ética, trabalho, justiça social e os impactos das novas tecnologias. A encíclica foi assinada em 15 de maio e apresentada oficialmente em 25 de maio de 2026.
O texto também discute os benefícios e riscos relacionados à inteligência artificial, defendendo que o desenvolvimento tecnológico esteja orientado ao bem comum e preserve a centralidade da pessoa humana.


O candidato ao governo do Rio Grande do Sul Luciano Zucco (PL) visitou, no fim da tarde desta quarta-feira (16), o cardeal Dom Jaime Spengler, arcebispo metropolitano de Porto Alegre e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
Zucco esteve acompanhado por Cleber Benvegnú e Leonardo Pascoal, integrantes do núcleo político e de comunicação de sua campanha.
Durante o encontro, conforme informações divulgadas pela campanha, foram abordados temas relacionados à situação socioeconômica do Brasil e do Rio Grande do Sul, aos desafios para o próximo governo estadual, à qualificação da atividade política e ao papel desempenhado pela Igreja Católica na sociedade.
DIÁLOGO ENTRE POLÍTICA E SOCIEDADE
Ainda segundo o relato da campanha, Dom Jaime falou sobre a importância do diálogo na busca de soluções para os problemas do Estado e abordou o atual cenário institucional brasileiro, incluindo os episódios recentes envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF).
O cardeal também tratou da contribuição histórica da Igreja para a formação do Rio Grande do Sul e da atenção às populações mais vulneráveis.
Outro tema abordado foi a participação dos fiéis na vida política. Conforme o relato do encontro, Dom Jaime defendeu essa participação, ressaltando a necessidade de preservar a distinção entre política e religião.
Zucco, que se declara católico, relatou que costuma frequentar o Carmelo Nossa Senhora do Carmo, na Cidade Baixa, em Porto Alegre. O candidato afirmou considerar importante ouvir a visão de diferentes setores da sociedade, entre eles a Igreja, sobre a realidade do Estado e seus desafios.
ENCÍCLICA DE LEÃO XIV
Ao final do encontro, Zucco recebeu de Dom Jaime um exemplar da encíclica Magnifica Humanitas, do Papa Leão XIV.
O documento, primeira encíclica do pontífice, trata da “salvaguarda da pessoa humana na era da inteligência artificial” e aborda questões como dignidade humana, ética, trabalho, justiça social e os impactos das novas tecnologias. A encíclica foi assinada em 15 de maio e apresentada oficialmente em 25 de maio de 2026.
O texto também discute os benefícios e riscos relacionados à inteligência artificial, defendendo que o desenvolvimento tecnológico esteja orientado ao bem comum e preserve a centralidade da pessoa humana.
