O governador Eduardo Leite e o vice-governador Gabriel Souza participaram, nesta sexta-feira (17), da 14ª Abertura Oficial da Colheita da Oliva, realizada em Triunfo, na Região Metropolitana. O evento reuniu produtores, lideranças e representantes do governo, consolidando o protagonismo do Rio Grande do Sul na produção nacional de azeite de oliva.
Com cerca de 6,5 mil hectares cultivados por aproximadamente 350 produtores em mais de cem municípios, o Estado lidera o setor no país e projeta alcançar a marca de 800 mil litros de azeite na próxima safra.
SETOR ESTRATÉGICO PARA O DESENVOLVIMENTO
Durante o evento, o governador destacou a importância da olivicultura como eixo estratégico de desenvolvimento econômico. Segundo ele, a cadeia produtiva da oliva tem potencial para gerar renda, atrair investimentos e impulsionar novas oportunidades, especialmente no turismo rural.
O vice-governador Gabriel Souza reforçou o papel do Estado no incentivo ao setor, citando iniciativas como o programa Pró-Oliva e a Rota das Oliveiras, que integram produção e turismo. Ele também ressaltou a importância da certificação de qualidade, por meio do selo premium, como forma de valorizar os produtos gaúchos no mercado.
PRODUÇÃO CONCENTRADA NA METADE SUL
A produção de oliveiras está concentrada principalmente na Metade Sul do Estado, com destaque para municípios como Encruzilhada do Sul, Canguçu, Pinheiro Machado, Bagé, Caçapava do Sul, Cachoeira do Sul, Santana do Livramento, São Sepé, São Gabriel e Sentinela do Sul.
A tendência é de crescimento contínuo, acompanhando a expansão do mercado nacional, que deve atingir cerca de 1 milhão de litros até 2026.
PESQUISA, INOVAÇÃO E QUALIDADE
Durante a programação, foi firmado um protocolo de intenções para a criação do Centro de Referência em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Olivicultura no Rio Grande do Sul. A iniciativa busca integrar universidades, governo e setor produtivo, ampliando a geração de conhecimento e a competitividade do segmento.
Com variedades como Arbequina, Arbosana, Koroneiki e Picual, os azeites gaúchos já figuram entre os melhores do mundo, reforçando a qualidade e o potencial da produção estadual.

O governador Eduardo Leite e o vice-governador Gabriel Souza participaram, nesta sexta-feira (17), da 14ª Abertura Oficial da Colheita da Oliva, realizada em Triunfo, na Região Metropolitana. O evento reuniu produtores, lideranças e representantes do governo, consolidando o protagonismo do Rio Grande do Sul na produção nacional de azeite de oliva.
Com cerca de 6,5 mil hectares cultivados por aproximadamente 350 produtores em mais de cem municípios, o Estado lidera o setor no país e projeta alcançar a marca de 800 mil litros de azeite na próxima safra.
SETOR ESTRATÉGICO PARA O DESENVOLVIMENTO
Durante o evento, o governador destacou a importância da olivicultura como eixo estratégico de desenvolvimento econômico. Segundo ele, a cadeia produtiva da oliva tem potencial para gerar renda, atrair investimentos e impulsionar novas oportunidades, especialmente no turismo rural.
O vice-governador Gabriel Souza reforçou o papel do Estado no incentivo ao setor, citando iniciativas como o programa Pró-Oliva e a Rota das Oliveiras, que integram produção e turismo. Ele também ressaltou a importância da certificação de qualidade, por meio do selo premium, como forma de valorizar os produtos gaúchos no mercado.
PRODUÇÃO CONCENTRADA NA METADE SUL
A produção de oliveiras está concentrada principalmente na Metade Sul do Estado, com destaque para municípios como Encruzilhada do Sul, Canguçu, Pinheiro Machado, Bagé, Caçapava do Sul, Cachoeira do Sul, Santana do Livramento, São Sepé, São Gabriel e Sentinela do Sul.
A tendência é de crescimento contínuo, acompanhando a expansão do mercado nacional, que deve atingir cerca de 1 milhão de litros até 2026.
PESQUISA, INOVAÇÃO E QUALIDADE
Durante a programação, foi firmado um protocolo de intenções para a criação do Centro de Referência em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Olivicultura no Rio Grande do Sul. A iniciativa busca integrar universidades, governo e setor produtivo, ampliando a geração de conhecimento e a competitividade do segmento.
Com variedades como Arbequina, Arbosana, Koroneiki e Picual, os azeites gaúchos já figuram entre os melhores do mundo, reforçando a qualidade e o potencial da produção estadual.
