Após recurso do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), um réu que responde por homicídio consumado, tentativa de homicídio, dois sequestros, roubo e outros crimes voltou a ser preso no final da tarde de quarta-feira, 28 de janeiro, em Bom Jesus.
A nova prisão foi determinada a partir da atuação do promotor de Justiça Raynner Sales de Meira, que recorreu da decisão que havia colocado o acusado em liberdade. O recurso foi acolhido liminarmente pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS), em segunda instância, restabelecendo a prisão preventiva diante da gravidade dos delitos, da complexidade da investigação e do risco à ordem pública.
O réu havia sido preso em flagrante no dia 7 de dezembro de 2025, após uma sequência de crimes violentos cometidos na Serra gaúcha. A prisão foi homologada e convertida em preventiva, mas, no dia 19 de janeiro, o juízo de primeira instância determinou a soltura do acusado, sob o argumento de excesso de prazo para a conclusão do inquérito policial, substituindo a prisão por medidas cautelares diversas.
O MPRS se manifestou de forma contrária à decisão, sustentando que o tempo das investigações era compatível com a complexidade do caso, que envolveu múltiplos crimes graves e exigiu diversas diligências. Em seguida, o promotor Raynner Sales de Meira interpôs recurso em sentido estrito, destacando que o inquérito foi concluído no dia seguinte à soltura e que a denúncia foi apresentada e recebida no dia 23, quando o acusado passou a responder formalmente à ação penal.
Ao analisar o pedido, o TJRS entendeu que não houve excesso de prazo injustificado e reconheceu a presença dos requisitos legais para a prisão preventiva, especialmente para garantir a ordem pública e a segurança das vítimas e da comunidade. Com o acolhimento do recurso, foi expedido novo mandado de prisão, cumprido no final da tarde de quarta-feira pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul em Bom Jesus.

Após recurso do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), um réu que responde por homicídio consumado, tentativa de homicídio, dois sequestros, roubo e outros crimes voltou a ser preso no final da tarde de quarta-feira, 28 de janeiro, em Bom Jesus.
A nova prisão foi determinada a partir da atuação do promotor de Justiça Raynner Sales de Meira, que recorreu da decisão que havia colocado o acusado em liberdade. O recurso foi acolhido liminarmente pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS), em segunda instância, restabelecendo a prisão preventiva diante da gravidade dos delitos, da complexidade da investigação e do risco à ordem pública.
O réu havia sido preso em flagrante no dia 7 de dezembro de 2025, após uma sequência de crimes violentos cometidos na Serra gaúcha. A prisão foi homologada e convertida em preventiva, mas, no dia 19 de janeiro, o juízo de primeira instância determinou a soltura do acusado, sob o argumento de excesso de prazo para a conclusão do inquérito policial, substituindo a prisão por medidas cautelares diversas.
O MPRS se manifestou de forma contrária à decisão, sustentando que o tempo das investigações era compatível com a complexidade do caso, que envolveu múltiplos crimes graves e exigiu diversas diligências. Em seguida, o promotor Raynner Sales de Meira interpôs recurso em sentido estrito, destacando que o inquérito foi concluído no dia seguinte à soltura e que a denúncia foi apresentada e recebida no dia 23, quando o acusado passou a responder formalmente à ação penal.
Ao analisar o pedido, o TJRS entendeu que não houve excesso de prazo injustificado e reconheceu a presença dos requisitos legais para a prisão preventiva, especialmente para garantir a ordem pública e a segurança das vítimas e da comunidade. Com o acolhimento do recurso, foi expedido novo mandado de prisão, cumprido no final da tarde de quarta-feira pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul em Bom Jesus.
