No último domingo, 3 de maio, a Avenida Afonso Pena, em Lagoa Vermelha, foi cenário de uma verdadeira viagem no tempo com a realização do 8º Encontro de Veículos Antigos. O evento reuniu apaixonados por automobilismo, colecionadores e famílias inteiras, transformando o espaço em um cenário repleto de história, cultura e nostalgia.
A abertura contou com a presença de autoridades locais, reforçando a importância do encontro para o calendário cultural da cidade. Ao longo do dia, o público também pôde aproveitar uma programação musical diversificada, com apresentações da Banda Quarteto New Orleans, Banda Calhamback’s, Banda Guaxinim Morto e Banda Los Variantes, que deram o tom festivo e ajudaram a criar uma atmosfera ainda mais especial.
Mas os grandes protagonistas foram, sem dúvida, os veículos antigos. Cada modelo exposto carregava consigo uma história única, representando diferentes épocas e estilos que marcaram gerações. De carros clássicos impecavelmente restaurados a relíquias preservadas em seu estado original, o encontro evidenciou o cuidado, a dedicação e a paixão de seus proprietários.
Os veículos antigos encantam não apenas pela estética, mas também por suas características marcantes: linhas elegantes, cromados reluzentes, motores robustos e um design que priorizava personalidade e identidade. Diferente dos automóveis modernos, muitos desses modelos foram produzidos com detalhes artesanais e soluções mecânicas que hoje são consideradas verdadeiras obras de engenharia.
Além disso, esses carros representam mais do que meios de transporte — são símbolos de uma época, testemunhas da evolução da indústria automobilística e peças vivas da memória cultural. Para muitos visitantes, o evento despertou lembranças afetivas, seja de viagens em família, do primeiro carro ou de histórias contadas por gerações passadas.
O 8º Encontro de Veículos Antigos reafirmou sua importância como um espaço de valorização da história e de integração entre diferentes públicos. Mais do que uma exposição, foi uma celebração da memória sobre rodas, onde passado e presente se encontraram em perfeita harmonia.





No último domingo, 3 de maio, a Avenida Afonso Pena, em Lagoa Vermelha, foi cenário de uma verdadeira viagem no tempo com a realização do 8º Encontro de Veículos Antigos. O evento reuniu apaixonados por automobilismo, colecionadores e famílias inteiras, transformando o espaço em um cenário repleto de história, cultura e nostalgia.
A abertura contou com a presença de autoridades locais, reforçando a importância do encontro para o calendário cultural da cidade. Ao longo do dia, o público também pôde aproveitar uma programação musical diversificada, com apresentações da Banda Quarteto New Orleans, Banda Calhamback’s, Banda Guaxinim Morto e Banda Los Variantes, que deram o tom festivo e ajudaram a criar uma atmosfera ainda mais especial.
Mas os grandes protagonistas foram, sem dúvida, os veículos antigos. Cada modelo exposto carregava consigo uma história única, representando diferentes épocas e estilos que marcaram gerações. De carros clássicos impecavelmente restaurados a relíquias preservadas em seu estado original, o encontro evidenciou o cuidado, a dedicação e a paixão de seus proprietários.
Os veículos antigos encantam não apenas pela estética, mas também por suas características marcantes: linhas elegantes, cromados reluzentes, motores robustos e um design que priorizava personalidade e identidade. Diferente dos automóveis modernos, muitos desses modelos foram produzidos com detalhes artesanais e soluções mecânicas que hoje são consideradas verdadeiras obras de engenharia.
Além disso, esses carros representam mais do que meios de transporte — são símbolos de uma época, testemunhas da evolução da indústria automobilística e peças vivas da memória cultural. Para muitos visitantes, o evento despertou lembranças afetivas, seja de viagens em família, do primeiro carro ou de histórias contadas por gerações passadas.
O 8º Encontro de Veículos Antigos reafirmou sua importância como um espaço de valorização da história e de integração entre diferentes públicos. Mais do que uma exposição, foi uma celebração da memória sobre rodas, onde passado e presente se encontraram em perfeita harmonia.




