Rangel Guedes relembra perseguições e protagonismo estudantil nos anos 70 e 80 em Lagoa Vermelha


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Foto: Marcos Roberto Nepomuceno 27/02/2026

Advogado e liderança política em Lagoa Vermelha, Rangel Guedes relembrou, em entrevista concedida ao jornalista Marcos Roberto Nepomuceno, o período em que presidiu a ULES – União Lagoense de Estudantes Secundaristas – durante os anos finais da ditadura militar.

Ele destacou a organização dos grêmios estudantis nas principais escolas do município, a realização de um grande encontro estadual que reuniu centenas de jovens e os momentos de tensão enfrentados na época, incluindo perseguições do DOPS e ameaças de intervenção militar.

“A gente fazia com convicção, mas também com medo”, recorda.

Rangel também relembrou as principais bandeiras da juventude naquele período, como a defesa do ensino público e gratuito, e fez um comparativo com a realidade atual, marcada pela diminuição da mobilização presencial dos estudantes.

Para ele, as lutas continuam. “Não é que não haja mais pelo que lutar. As demandas apenas mudaram”.

A reportagem completa será publicada na próxima edição impressa do Jornal Folha do Nordeste.

Advogado e liderança política em Lagoa Vermelha, Rangel Guedes relembrou, em entrevista concedida ao jornalista Marcos Roberto Nepomuceno, o período em que presidiu a ULES – União Lagoense de Estudantes Secundaristas – durante os anos finais da ditadura militar.

Ele destacou a organização dos grêmios estudantis nas principais escolas do município, a realização de um grande encontro estadual que reuniu centenas de jovens e os momentos de tensão enfrentados na época, incluindo perseguições do DOPS e ameaças de intervenção militar.

“A gente fazia com convicção, mas também com medo”, recorda.

Rangel também relembrou as principais bandeiras da juventude naquele período, como a defesa do ensino público e gratuito, e fez um comparativo com a realidade atual, marcada pela diminuição da mobilização presencial dos estudantes.

Para ele, as lutas continuam. “Não é que não haja mais pelo que lutar. As demandas apenas mudaram”.

A reportagem completa será publicada na próxima edição impressa do Jornal Folha do Nordeste.

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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