Advogado e liderança política em Lagoa Vermelha, Rangel Guedes relembrou, em entrevista concedida ao jornalista Marcos Roberto Nepomuceno, o período em que presidiu a ULES – União Lagoense de Estudantes Secundaristas – durante os anos finais da ditadura militar.
Ele destacou a organização dos grêmios estudantis nas principais escolas do município, a realização de um grande encontro estadual que reuniu centenas de jovens e os momentos de tensão enfrentados na época, incluindo perseguições do DOPS e ameaças de intervenção militar.
“A gente fazia com convicção, mas também com medo”, recorda.
Rangel também relembrou as principais bandeiras da juventude naquele período, como a defesa do ensino público e gratuito, e fez um comparativo com a realidade atual, marcada pela diminuição da mobilização presencial dos estudantes.
Para ele, as lutas continuam. “Não é que não haja mais pelo que lutar. As demandas apenas mudaram”.
A reportagem completa será publicada na próxima edição impressa do Jornal Folha do Nordeste.

Advogado e liderança política em Lagoa Vermelha, Rangel Guedes relembrou, em entrevista concedida ao jornalista Marcos Roberto Nepomuceno, o período em que presidiu a ULES – União Lagoense de Estudantes Secundaristas – durante os anos finais da ditadura militar.
Ele destacou a organização dos grêmios estudantis nas principais escolas do município, a realização de um grande encontro estadual que reuniu centenas de jovens e os momentos de tensão enfrentados na época, incluindo perseguições do DOPS e ameaças de intervenção militar.
“A gente fazia com convicção, mas também com medo”, recorda.
Rangel também relembrou as principais bandeiras da juventude naquele período, como a defesa do ensino público e gratuito, e fez um comparativo com a realidade atual, marcada pela diminuição da mobilização presencial dos estudantes.
Para ele, as lutas continuam. “Não é que não haja mais pelo que lutar. As demandas apenas mudaram”.
A reportagem completa será publicada na próxima edição impressa do Jornal Folha do Nordeste.
