Paula Castilhos comemora vitória de Lula, critica Charise Bresolin e denuncia perseguição política em Lagoa Vermelha


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Foto: Divulgação 27/10/2026

A sessão ordinária da Câmara Municipal de Lagoa Vermelha, realizada na segunda-feira, 26 de outubro, um dia após o segundo turno das eleições presidenciais, foi marcada por manifestações de posições políticas opostas.

Após o pronunciamento da vereadora Charise Bresolin (PP), que criticou a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a vereadora Paula Castilhos (PT) utilizou a tribuna para comemorar o resultado das urnas, agradecer aos eleitores e fazer críticas diretas à colega parlamentar.

Em uma manifestação contundente, Paula acusou Charise de estimular perseguições e hostilidades contra pessoas com posicionamentos políticos diferentes. Também defendeu o respeito à democracia, comentou o resultado eleitoral em Lagoa Vermelha e abordou questões relacionadas à saúde pública e ao descumprimento da legislação municipal sobre fogos de artifício.

 

AGRADECIMENTO AOS ELEITORES

Paula iniciou seu pronunciamento parabenizando os brasileiros que participaram da eleição, destacando especialmente aqueles que enfrentaram dificuldades para exercer o direito ao voto.

A vereadora mencionou pessoas que utilizaram transporte coletivo, permaneceram em filas e idosos que compareceram às urnas.

“Eu gostaria aqui de inicialmente dar os parabéns a todos os brasileiros. A todos os brasileiros que viram a importância da eleição desse ano”, afirmou.

Em seguida, declarou orgulho pelo resultado presidencial e disse que pretende continuar defendendo os valores que associa à vitória de Lula.

“Essa bandeira, por muito tempo eu não carreguei. E hoje eu vou carregar. E para o resto da minha vida eu vou carregar essa bandeira, porque essa bandeira não é de um partido político. Essa bandeira é de toda a população brasileira”, declarou.

 

VOTOS DE LULA EM LAGOA VERMELHA

Ao analisar a votação presidencial no município, Paula destacou o crescimento do desempenho eleitoral de Lula entre os dois turnos.

Segundo a vereadora, o candidato petista recebeu mais de 1.210 votos adicionais em Lagoa Vermelha.

Para ela, esse aumento não representaria necessariamente uma adesão integral ao governo Lula, mas também uma reação de parte do eleitorado ao comportamento de determinados grupos políticos.

“Muitas pessoas não votaram no Lula por acreditar nele. Eu votei por acreditar nele”, afirmou.

A parlamentar sustentou que parte dos eleitores teria escolhido o candidato petista por rejeição ao que considera atitudes de intolerância, radicalismo e perseguição política.

Nesse momento, direcionou sua manifestação à colega Charise Bresolin.

“Obrigada, Charise. Muitas pessoas votaram no Lula por não querer pessoas como você no poder”, declarou.

Paula afirmou acreditar que determinadas atitudes atribuídas à vereadora do PP teriam contribuído para ampliar a rejeição a grupos políticos de direita.

A interpretação apresentada por Paula é uma avaliação política pessoal. A transcrição da sessão não traz pesquisas que permitam determinar os motivos individuais dos eleitores que mudaram ou definiram seus votos no segundo turno.

 

ACUSAÇÕES DE PERSEGUIÇÃO POLÍTICA

Um dos momentos mais tensos do pronunciamento ocorreu quando Paula acusou diretamente Charise de perseguir pessoas e comerciantes por divergências políticas.

“Fanática, maldosa, perseguidora”, afirmou ao se referir à colega.

A vereadora do PT declarou que não possui restrições às pessoas que se identificam com a direita e que continuará respeitando colegas e cidadãos independentemente de suas posições políticas.

“Eu não sou contra a direita”, ressaltou.

Entretanto, afirmou que determinadas atitudes estariam prejudicando a convivência democrática em Lagoa Vermelha.

“Muitas pessoas não querem saber da direita, doutor Kramer, por pessoas como a Charise, que perseguem comerciantes, que perseguem empreendedores”, declarou.

Paula também acusou a colega de estimular hostilidades contra pessoas que possuem opiniões políticas diferentes.

“O direito de liberdade todos têm. Agora, ninguém tem o direito de perseguir, de estimular o ódio, a maldade, como você faz”, afirmou.

As acusações foram feitas publicamente na tribuna e são de responsabilidade da parlamentar. A transcrição não apresenta documentação ou depoimentos independentes que comprovem os episódios mencionados.

 

CRÍTICAS AO COMPORTAMENTO NAS REDES SOCIAIS

Paula relatou que ela e integrantes de sua família teriam sido alvo de ofensas nas redes sociais durante o período eleitoral.

Segundo a vereadora, seu filho e seu marido também teriam recebido ataques.

“São pessoas como você, que ofenderam meu filho nas redes sociais, que ofenderam meu marido nas redes sociais, que me ofenderam nas redes sociais”, afirmou.

A parlamentar declarou que divergências políticas não podem justificar ameaças, intimidação ou ataques pessoais.

Também relatou que, após o resultado eleitoral, teria sentido receio de participar de comemorações públicas.

“Nós estávamos com medo de sair na rua. Exercer o nosso direito de comemorar”, declarou.

Paula atribuiu esse sentimento ao ambiente de hostilidade política que, em sua avaliação, teria se formado no município.

 

RESPEITO À DIREITA E À DEMOCRACIA

Apesar das críticas contundentes à colega, Paula afirmou que continuará respeitando eleitores e representantes de diferentes correntes políticas.

Disse que não pretende deixar de frequentar estabelecimentos comerciais por causa das posições partidárias de seus proprietários.

“Eu vou continuar comprando da direita, eu vou continuar respeitando todos os colegas aqui dentro”, declarou.

A vereadora também fez referência às eleições municipais de 2028, afirmando que não teme futuros enfrentamentos políticos.

Para Paula, a convivência democrática depende da capacidade de reconhecer as diferenças sem transformar adversários em inimigos pessoais.

 

ZUCCO, SAÚDE PÚBLICA E RESPONSABILIDADES DOS GOVERNOS

Durante o pronunciamento, Paula também comentou a eleição de Luciano Zucco (PL) para o governo do Rio Grande do Sul.

A vereadora afirmou que não votou no candidato, mas que deseja uma administração bem-sucedida.

“Eu não votei no Zucco. Eu não desejo que ele faça um mau governo. Eu desejo daqui quatro anos, quem sabe, votar nele”, declarou.

Paula relacionou essa possibilidade à melhoria dos serviços públicos, especialmente na área da saúde.

A parlamentar defendeu que os problemas enfrentados pelos municípios precisam ser analisados considerando as responsabilidades de cada esfera de governo.

Também afirmou que a gestão municipal deve ser cobrada pela utilização dos recursos recebidos.

“Se o município não sabe fazer gestão, isso não é culpa do Lula”, afirmou.

Em outro momento, mencionou a responsabilidade estadual pelos serviços de média complexidade, embora a organização e o financiamento do SUS envolvam atribuições compartilhadas entre União, estados e municípios.

 

DESAFIOS DO NOVO GOVERNO FEDERAL

Paula reconheceu que Lula deverá enfrentar dificuldades políticas durante o novo mandato.

A vereadora mencionou a composição do Congresso Nacional e avaliou que o governo terá de negociar com parlamentares de diferentes orientações ideológicas.

“Não será um governo fácil”, afirmou.

Também defendeu que deputados e senadores priorizem projetos capazes de melhorar as condições de vida da população.

A parlamentar lembrou que, embora integre a oposição ao governo municipal, não deseja que a administração fracasse.

“Eu sou oposição aqui no município, mas nem por isso eu quero o mal das pessoas”, declarou.

 

COBRANÇA SOBRE FOGOS DE ARTIFÍCIO

Outro tema abordado por Paula foi o uso de fogos de artifício durante as comemorações relacionadas ao segundo turno.

A vereadora criticou a utilização de artefatos que provocam ruídos e cobrou fiscalização do Executivo municipal.

Segundo ela, moradores relataram transtornos durante o domingo eleitoral, especialmente envolvendo animais domésticos e idosos.

“Cadê a prefeitura? Pra fazer cumprir a lei”, questionou.

Paula afirmou que não utilizou fogos e que orientou outras pessoas a evitarem esse tipo de comemoração.

“Nós temos que evoluir enquanto sociedade”, declarou.

A parlamentar também criticou o que considera contradição entre a defesa pública da causa animal e a tolerância com práticas que provocam sofrimento aos animais.

 

RELIGIÃO E COMPORTAMENTO POLÍTICO

Em outro trecho, Paula fez referências à religião e criticou a utilização de símbolos religiosos por pessoas que, segundo sua avaliação, não demonstrariam respeito ao próximo.

“Jesus não prega perseguir pessoas, Charise”, afirmou.

A vereadora também declarou que a expressão “Deus, pátria e família” estaria sendo rejeitada por parte da população em razão de comportamentos que associa a determinados representantes políticos.

Paula afirmou acreditar em Deus e em Jesus, mas defendeu que a fé seja acompanhada de atitudes de respeito e solidariedade.

 

COMEMORAÇÃO E EXPECTATIVAS PARA OS PRÓXIMOS QUATRO ANOS

Ao encerrar o pronunciamento, Paula voltou a comemorar a vitória de Lula e manifestou satisfação com a continuidade do governo petista.

A vereadora fez novas críticas à família Bolsonaro e defendeu a responsabilização de seus integrantes por eventuais crimes que venham a ser comprovados, em declarações de caráter político e acusatório.

Também afirmou que espera avanços na convivência democrática brasileira durante os próximos quatro anos.

“No mais, desejar que os próximos quatro anos a gente evolua enquanto sociedade”, concluiu.

O pronunciamento evidenciou a intensidade das divergências políticas em Lagoa Vermelha após a eleição presidencial, com acusações pessoais, interpretações distintas do resultado eleitoral e posicionamentos opostos sobre os rumos do país.

As manifestações de Charise Bresolin e Paula Castilhos demonstraram como a disputa nacional continua repercutindo no Legislativo municipal, mesmo após a definição do resultado nas urnas.

A sessão ordinária da Câmara Municipal de Lagoa Vermelha, realizada na segunda-feira, 26 de outubro, um dia após o segundo turno das eleições presidenciais, foi marcada por manifestações de posições políticas opostas.

Após o pronunciamento da vereadora Charise Bresolin (PP), que criticou a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a vereadora Paula Castilhos (PT) utilizou a tribuna para comemorar o resultado das urnas, agradecer aos eleitores e fazer críticas diretas à colega parlamentar.

Em uma manifestação contundente, Paula acusou Charise de estimular perseguições e hostilidades contra pessoas com posicionamentos políticos diferentes. Também defendeu o respeito à democracia, comentou o resultado eleitoral em Lagoa Vermelha e abordou questões relacionadas à saúde pública e ao descumprimento da legislação municipal sobre fogos de artifício.

 

AGRADECIMENTO AOS ELEITORES

Paula iniciou seu pronunciamento parabenizando os brasileiros que participaram da eleição, destacando especialmente aqueles que enfrentaram dificuldades para exercer o direito ao voto.

A vereadora mencionou pessoas que utilizaram transporte coletivo, permaneceram em filas e idosos que compareceram às urnas.

“Eu gostaria aqui de inicialmente dar os parabéns a todos os brasileiros. A todos os brasileiros que viram a importância da eleição desse ano”, afirmou.

Em seguida, declarou orgulho pelo resultado presidencial e disse que pretende continuar defendendo os valores que associa à vitória de Lula.

“Essa bandeira, por muito tempo eu não carreguei. E hoje eu vou carregar. E para o resto da minha vida eu vou carregar essa bandeira, porque essa bandeira não é de um partido político. Essa bandeira é de toda a população brasileira”, declarou.

 

VOTOS DE LULA EM LAGOA VERMELHA

Ao analisar a votação presidencial no município, Paula destacou o crescimento do desempenho eleitoral de Lula entre os dois turnos.

Segundo a vereadora, o candidato petista recebeu mais de 1.210 votos adicionais em Lagoa Vermelha.

Para ela, esse aumento não representaria necessariamente uma adesão integral ao governo Lula, mas também uma reação de parte do eleitorado ao comportamento de determinados grupos políticos.

“Muitas pessoas não votaram no Lula por acreditar nele. Eu votei por acreditar nele”, afirmou.

A parlamentar sustentou que parte dos eleitores teria escolhido o candidato petista por rejeição ao que considera atitudes de intolerância, radicalismo e perseguição política.

Nesse momento, direcionou sua manifestação à colega Charise Bresolin.

“Obrigada, Charise. Muitas pessoas votaram no Lula por não querer pessoas como você no poder”, declarou.

Paula afirmou acreditar que determinadas atitudes atribuídas à vereadora do PP teriam contribuído para ampliar a rejeição a grupos políticos de direita.

A interpretação apresentada por Paula é uma avaliação política pessoal. A transcrição da sessão não traz pesquisas que permitam determinar os motivos individuais dos eleitores que mudaram ou definiram seus votos no segundo turno.

 

ACUSAÇÕES DE PERSEGUIÇÃO POLÍTICA

Um dos momentos mais tensos do pronunciamento ocorreu quando Paula acusou diretamente Charise de perseguir pessoas e comerciantes por divergências políticas.

“Fanática, maldosa, perseguidora”, afirmou ao se referir à colega.

A vereadora do PT declarou que não possui restrições às pessoas que se identificam com a direita e que continuará respeitando colegas e cidadãos independentemente de suas posições políticas.

“Eu não sou contra a direita”, ressaltou.

Entretanto, afirmou que determinadas atitudes estariam prejudicando a convivência democrática em Lagoa Vermelha.

“Muitas pessoas não querem saber da direita, doutor Kramer, por pessoas como a Charise, que perseguem comerciantes, que perseguem empreendedores”, declarou.

Paula também acusou a colega de estimular hostilidades contra pessoas que possuem opiniões políticas diferentes.

“O direito de liberdade todos têm. Agora, ninguém tem o direito de perseguir, de estimular o ódio, a maldade, como você faz”, afirmou.

As acusações foram feitas publicamente na tribuna e são de responsabilidade da parlamentar. A transcrição não apresenta documentação ou depoimentos independentes que comprovem os episódios mencionados.

 

CRÍTICAS AO COMPORTAMENTO NAS REDES SOCIAIS

Paula relatou que ela e integrantes de sua família teriam sido alvo de ofensas nas redes sociais durante o período eleitoral.

Segundo a vereadora, seu filho e seu marido também teriam recebido ataques.

“São pessoas como você, que ofenderam meu filho nas redes sociais, que ofenderam meu marido nas redes sociais, que me ofenderam nas redes sociais”, afirmou.

A parlamentar declarou que divergências políticas não podem justificar ameaças, intimidação ou ataques pessoais.

Também relatou que, após o resultado eleitoral, teria sentido receio de participar de comemorações públicas.

“Nós estávamos com medo de sair na rua. Exercer o nosso direito de comemorar”, declarou.

Paula atribuiu esse sentimento ao ambiente de hostilidade política que, em sua avaliação, teria se formado no município.

 

RESPEITO À DIREITA E À DEMOCRACIA

Apesar das críticas contundentes à colega, Paula afirmou que continuará respeitando eleitores e representantes de diferentes correntes políticas.

Disse que não pretende deixar de frequentar estabelecimentos comerciais por causa das posições partidárias de seus proprietários.

“Eu vou continuar comprando da direita, eu vou continuar respeitando todos os colegas aqui dentro”, declarou.

A vereadora também fez referência às eleições municipais de 2028, afirmando que não teme futuros enfrentamentos políticos.

Para Paula, a convivência democrática depende da capacidade de reconhecer as diferenças sem transformar adversários em inimigos pessoais.

 

ZUCCO, SAÚDE PÚBLICA E RESPONSABILIDADES DOS GOVERNOS

Durante o pronunciamento, Paula também comentou a eleição de Luciano Zucco (PL) para o governo do Rio Grande do Sul.

A vereadora afirmou que não votou no candidato, mas que deseja uma administração bem-sucedida.

“Eu não votei no Zucco. Eu não desejo que ele faça um mau governo. Eu desejo daqui quatro anos, quem sabe, votar nele”, declarou.

Paula relacionou essa possibilidade à melhoria dos serviços públicos, especialmente na área da saúde.

A parlamentar defendeu que os problemas enfrentados pelos municípios precisam ser analisados considerando as responsabilidades de cada esfera de governo.

Também afirmou que a gestão municipal deve ser cobrada pela utilização dos recursos recebidos.

“Se o município não sabe fazer gestão, isso não é culpa do Lula”, afirmou.

Em outro momento, mencionou a responsabilidade estadual pelos serviços de média complexidade, embora a organização e o financiamento do SUS envolvam atribuições compartilhadas entre União, estados e municípios.

 

DESAFIOS DO NOVO GOVERNO FEDERAL

Paula reconheceu que Lula deverá enfrentar dificuldades políticas durante o novo mandato.

A vereadora mencionou a composição do Congresso Nacional e avaliou que o governo terá de negociar com parlamentares de diferentes orientações ideológicas.

“Não será um governo fácil”, afirmou.

Também defendeu que deputados e senadores priorizem projetos capazes de melhorar as condições de vida da população.

A parlamentar lembrou que, embora integre a oposição ao governo municipal, não deseja que a administração fracasse.

“Eu sou oposição aqui no município, mas nem por isso eu quero o mal das pessoas”, declarou.

 

COBRANÇA SOBRE FOGOS DE ARTIFÍCIO

Outro tema abordado por Paula foi o uso de fogos de artifício durante as comemorações relacionadas ao segundo turno.

A vereadora criticou a utilização de artefatos que provocam ruídos e cobrou fiscalização do Executivo municipal.

Segundo ela, moradores relataram transtornos durante o domingo eleitoral, especialmente envolvendo animais domésticos e idosos.

“Cadê a prefeitura? Pra fazer cumprir a lei”, questionou.

Paula afirmou que não utilizou fogos e que orientou outras pessoas a evitarem esse tipo de comemoração.

“Nós temos que evoluir enquanto sociedade”, declarou.

A parlamentar também criticou o que considera contradição entre a defesa pública da causa animal e a tolerância com práticas que provocam sofrimento aos animais.

 

RELIGIÃO E COMPORTAMENTO POLÍTICO

Em outro trecho, Paula fez referências à religião e criticou a utilização de símbolos religiosos por pessoas que, segundo sua avaliação, não demonstrariam respeito ao próximo.

“Jesus não prega perseguir pessoas, Charise”, afirmou.

A vereadora também declarou que a expressão “Deus, pátria e família” estaria sendo rejeitada por parte da população em razão de comportamentos que associa a determinados representantes políticos.

Paula afirmou acreditar em Deus e em Jesus, mas defendeu que a fé seja acompanhada de atitudes de respeito e solidariedade.

 

COMEMORAÇÃO E EXPECTATIVAS PARA OS PRÓXIMOS QUATRO ANOS

Ao encerrar o pronunciamento, Paula voltou a comemorar a vitória de Lula e manifestou satisfação com a continuidade do governo petista.

A vereadora fez novas críticas à família Bolsonaro e defendeu a responsabilização de seus integrantes por eventuais crimes que venham a ser comprovados, em declarações de caráter político e acusatório.

Também afirmou que espera avanços na convivência democrática brasileira durante os próximos quatro anos.

“No mais, desejar que os próximos quatro anos a gente evolua enquanto sociedade”, concluiu.

O pronunciamento evidenciou a intensidade das divergências políticas em Lagoa Vermelha após a eleição presidencial, com acusações pessoais, interpretações distintas do resultado eleitoral e posicionamentos opostos sobre os rumos do país.

As manifestações de Charise Bresolin e Paula Castilhos demonstraram como a disputa nacional continua repercutindo no Legislativo municipal, mesmo após a definição do resultado nas urnas.

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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