Ariovaldo denuncia incentivo à demissão de eleitores de Lula e alerta para intolerância política em Lagoa Vermelha


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Foto: Divulgação 27/10/2026

A sessão ordinária da Câmara Municipal de Vereadores de Lagoa Vermelha, realizada na segunda-feira, 26 de outubro, um dia após o segundo turno das eleições presidenciais, foi marcada por um pronunciamento contundente do vereador Ariovaldo Carlos da Silva (PDT). O parlamentar denunciou o que considera uma escalada da intolerância política no município e dirigiu acusações à vereadora Charise Bresolin (PP), a quem atribuiu o incentivo à discriminação contra trabalhadores e eleitores do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Durante sua manifestação, Ariovaldo apresentou imagens de publicações atribuídas à colega parlamentar, fez referências a episódios históricos de perseguição e violência e alertou para as consequências que o radicalismo político poderá provocar na convivência entre os moradores de Lagoa Vermelha.

O vereador também defendeu os eleitores de direita que não compartilham de posições extremistas, questionou atitudes anteriores de Charise no Legislativo e pediu que o encerramento das eleições represente também o fim das hostilidades políticas.

 

PUBLICAÇÕES ATRIBUÍDAS A CHARISE MOTIVARAM DENÚNCIA

Um dos momentos centrais do pronunciamento ocorreu quando Ariovaldo solicitou a apresentação de imagens contendo mensagens que, segundo ele, teriam sido publicadas ou compartilhadas pela vereadora Charise Bresolin.

Entre as frases exibidas estavam “Não ajude petista, não empregue petista” e “Demita um petista”.

O parlamentar considerou as mensagens especialmente graves por incentivarem, em sua avaliação, a discriminação de trabalhadores em razão de suas preferências eleitorais.

“Agora a Charise não vai passar impune, porque é muita irresponsabilidade da senhora pregar isso em rede social”, declarou.

Ariovaldo afirmou que esse tipo de conduta poderá resultar em responsabilização jurídica e classificou as mensagens como discriminatórias.

“Isso aqui é crime! Discriminação”, afirmou.

A autoria, a origem e o contexto integral das publicações não puderam ser confirmados apenas pela transcrição da sessão. A eventual existência de crime depende da apuração dos fatos e de avaliação pelas autoridades competentes.

 

TRABALHADORES TERIAM SIDO INCLUÍDOS EM LISTA DE BOICOTE

O vereador também denunciou a suposta circulação de uma lista contendo nomes de trabalhadores de Lagoa Vermelha que não deveriam ser contratados em razão de suas posições políticas.

Durante o pronunciamento, mencionou Miguel dos Passos, descrito como um excelente pintor, e Valdivino, trabalhador de um posto de combustíveis.

“Está aqui o Miguel dos Passos. O nome do Miguel está numa lista divulgada pra não contratar o Miguel, um excelente funcionário, um excelente pintor”, declarou.

Sobre Valdivino, Ariovaldo destacou sua dedicação profissional e questionou a tentativa de prejudicar pessoas que dependem do trabalho para sustentar suas famílias.

“O cara trabalha 15 horas por dia. E ela incentivando a não contratar”, afirmou, referindo-se à colega parlamentar.

Para Ariovaldo, divergências políticas não podem servir de justificativa para impedir que trabalhadores tenham oportunidades profissionais.

A existência e a autoria da suposta lista, bem como a eventual participação de Charise em sua divulgação, não foram comprovadas na transcrição disponibilizada.

 

COMPARAÇÃO COM RUANDA E O NAZISMO

No início da manifestação, Ariovaldo fez referência ao genocídio de Ruanda, ocorrido em 1994, quando aproximadamente 800 mil pessoas foram mortas em cerca de 100 dias.

O parlamentar destacou como discursos de ódio e campanhas de desumanização contribuíram para a violência naquele país.

“O embrião da discórdia, da intolerância, está plantado no nosso país”, declarou.

Segundo ele, a propagação de mensagens que incentivam a hostilidade contra determinados grupos políticos pode provocar consequências graves.

Ariovaldo também apresentou uma imagem relacionada ao nazismo, mencionando os boicotes promovidos contra estabelecimentos comerciais e trabalhadores perseguidos pelo regime alemão.

“Isso aqui é uma cópia do que fazia o nazismo, boicotar empresas, boicotar trabalhadores”, afirmou.

As comparações históricas foram utilizadas pelo vereador como forma de advertência sobre os riscos da intolerância, não representando comprovação de equivalência entre os acontecimentos históricos e a situação política atual do município.

 

DEFESA DOS ELEITORES DE DIREITA

Apesar das críticas à vereadora do PP, Ariovaldo fez questão de diferenciar os eleitores de direita daqueles que, em sua avaliação, adotam posições extremistas.

O parlamentar relatou que mantém amizades com pessoas que apoiaram Flávio Bolsonaro (PL) e que as diferenças eleitorais não prejudicam essas relações.

“Tomei cerveja e dei risada com eles, porque são meus amigos”, contou, ao mencionar encontros ocorridos no sábado anterior à eleição.

Ariovaldo afirmou que os eleitores de direita de Lagoa Vermelha também são trabalhadores, empresários, servidores e pessoas que contribuem para o desenvolvimento do município.

“A direita de Lagoa Vermelha trabalha, produz, gera emprego, são funcionários também, são religiosos, são pessoas do bem”, declarou.

O vereador disse não concordar com posições extremistas, independentemente de sua origem política.

“Não gosto de nenhum lado extremista”, ressaltou.

Ao se dirigir novamente à colega, afirmou que, em sua avaliação, a direita moderada do município merece uma representação diferente.

“A direita trabalhadora de Lagoa Vermelha não merece essa representante”, declarou.

 

POSSÍVEIS CONSEQUÊNCIAS PARA O COMÉRCIO

Ariovaldo também questionou os efeitos econômicos que campanhas de boicote poderiam provocar em Lagoa Vermelha.

O vereador apresentou como hipótese uma situação em que eleitores de Lula decidissem deixar de comprar em estabelecimentos identificados com apoiadores de Flávio Bolsonaro.

“E se 40% de quem votou no Lula, em Lagoa Vermelha, decidirem boicotar o comércio de Lagoa? Quebra o comércio de Lagoa”, afirmou.

A referência foi utilizada para demonstrar que a divisão política pode gerar prejuízos não apenas para indivíduos, mas também para o conjunto da economia local.

“Pra que aplicar divisão? Pra que espalhar o ódio?”, questionou.

 

QUESTIONAMENTOS SOBRE ATUAÇÃO NA CÂMARA

Durante a manifestação, Ariovaldo também retomou episódios da atuação de Charise Bresolin no Legislativo municipal.

O parlamentar mencionou posicionamentos relacionados a uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), à concessão de benefícios a secretários municipais e a um caso que classificou como envolvendo funcionário fantasma.

Segundo Ariovaldo, a vereadora não teria adotado, nessas situações, as posições que ele considera adequadas à fiscalização da administração pública.

“Quando ela teve a oportunidade de se posicionar contra o funcionário fantasma, ela não o fez, ela se omitiu”, afirmou.

O vereador também questionou a posição da colega em relação à CPI e a votações envolvendo integrantes do Executivo.

Essas declarações representam a avaliação política de Ariovaldo. Os registros oficiais das votações e os documentos dos episódios mencionados precisam ser consultados para confirmar os fatos.

 

DECLARAÇÕES SOBRE CONDIÇÃO FINANCEIRA

Outro ponto abordado foi o pronunciamento anterior de Charise, no qual a vereadora mencionou possuir uma área rural arrendada, viver confortavelmente e ter planos de viajar novamente à Itália.

Ariovaldo interpretou as declarações como uma demonstração de insensibilidade em relação às pessoas que enfrentam dificuldades financeiras.

“A senhora vira essa tribuna, desdenha de quem não tem, que vai pra Itália novamente, que tem campo”, criticou.

O parlamentar defendeu que representantes públicos tenham sensibilidade diante das diferentes realidades econômicas da população.

 

RESPEITO À LIBERDADE RELIGIOSA E POLÍTICA

Ariovaldo também relatou ter identificado publicações ofensivas contra evangélicos em suas próprias redes sociais, motivadas pelo apoio de parte desse segmento religioso ao candidato Flávio Bolsonaro.

Segundo ele, as mensagens foram imediatamente repudiadas.

“Se fosse ao contrário, eu também estaria aqui falando”, declarou.

O vereador defendeu o direito de cada cidadão escolher livremente seus candidatos, sem sofrer discriminação por suas convicções religiosas ou partidárias.

“Cada um vota conforme quer”, afirmou.

 

“A ELEIÇÃO TERMINOU. E O ÓDIO PRECISA TERMINAR TAMBÉM”

Na parte final do pronunciamento, Ariovaldo defendeu que a população supere as disputas eleitorais e passe a concentrar esforços na cobrança de ações dos governantes eleitos.

O vereador mencionou a necessidade de reivindicar melhorias na BR-470, rodovia importante para Lagoa Vermelha e região.

“Vamos nos unir e cobrar o presidente Lula. Vamos cobrar a 470. Todos nós”, afirmou.

Para o parlamentar, a participação democrática não termina com a votação e deve continuar por meio da fiscalização e da cobrança de resultados dos representantes eleitos.

“A eleição terminou. E o ódio precisa terminar também”, declarou.

Ao encerrar, Ariovaldo pediu que Charise reveja seus posicionamentos e deixe de estimular, segundo sua avaliação, a intolerância entre os moradores.

“Isso não nos leva a nada. Ou melhor, pode nos levar a algo muito mais grave do que aconteceu nessas eleições”, concluiu.

O pronunciamento integrou uma sessão marcada por divergências políticas após o resultado presidencial. Além de Ariovaldo, as vereadoras Charise Bresolin (PP) e Paula Castilhos (PT) também utilizaram a tribuna para apresentar avaliações sobre as eleições, evidenciando a repercussão da disputa nacional no ambiente político de Lagoa Vermelha.

 

A sessão ordinária da Câmara Municipal de Vereadores de Lagoa Vermelha, realizada na segunda-feira, 26 de outubro, um dia após o segundo turno das eleições presidenciais, foi marcada por um pronunciamento contundente do vereador Ariovaldo Carlos da Silva (PDT). O parlamentar denunciou o que considera uma escalada da intolerância política no município e dirigiu acusações à vereadora Charise Bresolin (PP), a quem atribuiu o incentivo à discriminação contra trabalhadores e eleitores do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Durante sua manifestação, Ariovaldo apresentou imagens de publicações atribuídas à colega parlamentar, fez referências a episódios históricos de perseguição e violência e alertou para as consequências que o radicalismo político poderá provocar na convivência entre os moradores de Lagoa Vermelha.

O vereador também defendeu os eleitores de direita que não compartilham de posições extremistas, questionou atitudes anteriores de Charise no Legislativo e pediu que o encerramento das eleições represente também o fim das hostilidades políticas.

 

PUBLICAÇÕES ATRIBUÍDAS A CHARISE MOTIVARAM DENÚNCIA

Um dos momentos centrais do pronunciamento ocorreu quando Ariovaldo solicitou a apresentação de imagens contendo mensagens que, segundo ele, teriam sido publicadas ou compartilhadas pela vereadora Charise Bresolin.

Entre as frases exibidas estavam “Não ajude petista, não empregue petista” e “Demita um petista”.

O parlamentar considerou as mensagens especialmente graves por incentivarem, em sua avaliação, a discriminação de trabalhadores em razão de suas preferências eleitorais.

“Agora a Charise não vai passar impune, porque é muita irresponsabilidade da senhora pregar isso em rede social”, declarou.

Ariovaldo afirmou que esse tipo de conduta poderá resultar em responsabilização jurídica e classificou as mensagens como discriminatórias.

“Isso aqui é crime! Discriminação”, afirmou.

A autoria, a origem e o contexto integral das publicações não puderam ser confirmados apenas pela transcrição da sessão. A eventual existência de crime depende da apuração dos fatos e de avaliação pelas autoridades competentes.

 

TRABALHADORES TERIAM SIDO INCLUÍDOS EM LISTA DE BOICOTE

O vereador também denunciou a suposta circulação de uma lista contendo nomes de trabalhadores de Lagoa Vermelha que não deveriam ser contratados em razão de suas posições políticas.

Durante o pronunciamento, mencionou Miguel dos Passos, descrito como um excelente pintor, e Valdivino, trabalhador de um posto de combustíveis.

“Está aqui o Miguel dos Passos. O nome do Miguel está numa lista divulgada pra não contratar o Miguel, um excelente funcionário, um excelente pintor”, declarou.

Sobre Valdivino, Ariovaldo destacou sua dedicação profissional e questionou a tentativa de prejudicar pessoas que dependem do trabalho para sustentar suas famílias.

“O cara trabalha 15 horas por dia. E ela incentivando a não contratar”, afirmou, referindo-se à colega parlamentar.

Para Ariovaldo, divergências políticas não podem servir de justificativa para impedir que trabalhadores tenham oportunidades profissionais.

A existência e a autoria da suposta lista, bem como a eventual participação de Charise em sua divulgação, não foram comprovadas na transcrição disponibilizada.

 

COMPARAÇÃO COM RUANDA E O NAZISMO

No início da manifestação, Ariovaldo fez referência ao genocídio de Ruanda, ocorrido em 1994, quando aproximadamente 800 mil pessoas foram mortas em cerca de 100 dias.

O parlamentar destacou como discursos de ódio e campanhas de desumanização contribuíram para a violência naquele país.

“O embrião da discórdia, da intolerância, está plantado no nosso país”, declarou.

Segundo ele, a propagação de mensagens que incentivam a hostilidade contra determinados grupos políticos pode provocar consequências graves.

Ariovaldo também apresentou uma imagem relacionada ao nazismo, mencionando os boicotes promovidos contra estabelecimentos comerciais e trabalhadores perseguidos pelo regime alemão.

“Isso aqui é uma cópia do que fazia o nazismo, boicotar empresas, boicotar trabalhadores”, afirmou.

As comparações históricas foram utilizadas pelo vereador como forma de advertência sobre os riscos da intolerância, não representando comprovação de equivalência entre os acontecimentos históricos e a situação política atual do município.

 

DEFESA DOS ELEITORES DE DIREITA

Apesar das críticas à vereadora do PP, Ariovaldo fez questão de diferenciar os eleitores de direita daqueles que, em sua avaliação, adotam posições extremistas.

O parlamentar relatou que mantém amizades com pessoas que apoiaram Flávio Bolsonaro (PL) e que as diferenças eleitorais não prejudicam essas relações.

“Tomei cerveja e dei risada com eles, porque são meus amigos”, contou, ao mencionar encontros ocorridos no sábado anterior à eleição.

Ariovaldo afirmou que os eleitores de direita de Lagoa Vermelha também são trabalhadores, empresários, servidores e pessoas que contribuem para o desenvolvimento do município.

“A direita de Lagoa Vermelha trabalha, produz, gera emprego, são funcionários também, são religiosos, são pessoas do bem”, declarou.

O vereador disse não concordar com posições extremistas, independentemente de sua origem política.

“Não gosto de nenhum lado extremista”, ressaltou.

Ao se dirigir novamente à colega, afirmou que, em sua avaliação, a direita moderada do município merece uma representação diferente.

“A direita trabalhadora de Lagoa Vermelha não merece essa representante”, declarou.

 

POSSÍVEIS CONSEQUÊNCIAS PARA O COMÉRCIO

Ariovaldo também questionou os efeitos econômicos que campanhas de boicote poderiam provocar em Lagoa Vermelha.

O vereador apresentou como hipótese uma situação em que eleitores de Lula decidissem deixar de comprar em estabelecimentos identificados com apoiadores de Flávio Bolsonaro.

“E se 40% de quem votou no Lula, em Lagoa Vermelha, decidirem boicotar o comércio de Lagoa? Quebra o comércio de Lagoa”, afirmou.

A referência foi utilizada para demonstrar que a divisão política pode gerar prejuízos não apenas para indivíduos, mas também para o conjunto da economia local.

“Pra que aplicar divisão? Pra que espalhar o ódio?”, questionou.

 

QUESTIONAMENTOS SOBRE ATUAÇÃO NA CÂMARA

Durante a manifestação, Ariovaldo também retomou episódios da atuação de Charise Bresolin no Legislativo municipal.

O parlamentar mencionou posicionamentos relacionados a uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), à concessão de benefícios a secretários municipais e a um caso que classificou como envolvendo funcionário fantasma.

Segundo Ariovaldo, a vereadora não teria adotado, nessas situações, as posições que ele considera adequadas à fiscalização da administração pública.

“Quando ela teve a oportunidade de se posicionar contra o funcionário fantasma, ela não o fez, ela se omitiu”, afirmou.

O vereador também questionou a posição da colega em relação à CPI e a votações envolvendo integrantes do Executivo.

Essas declarações representam a avaliação política de Ariovaldo. Os registros oficiais das votações e os documentos dos episódios mencionados precisam ser consultados para confirmar os fatos.

 

DECLARAÇÕES SOBRE CONDIÇÃO FINANCEIRA

Outro ponto abordado foi o pronunciamento anterior de Charise, no qual a vereadora mencionou possuir uma área rural arrendada, viver confortavelmente e ter planos de viajar novamente à Itália.

Ariovaldo interpretou as declarações como uma demonstração de insensibilidade em relação às pessoas que enfrentam dificuldades financeiras.

“A senhora vira essa tribuna, desdenha de quem não tem, que vai pra Itália novamente, que tem campo”, criticou.

O parlamentar defendeu que representantes públicos tenham sensibilidade diante das diferentes realidades econômicas da população.

 

RESPEITO À LIBERDADE RELIGIOSA E POLÍTICA

Ariovaldo também relatou ter identificado publicações ofensivas contra evangélicos em suas próprias redes sociais, motivadas pelo apoio de parte desse segmento religioso ao candidato Flávio Bolsonaro.

Segundo ele, as mensagens foram imediatamente repudiadas.

“Se fosse ao contrário, eu também estaria aqui falando”, declarou.

O vereador defendeu o direito de cada cidadão escolher livremente seus candidatos, sem sofrer discriminação por suas convicções religiosas ou partidárias.

“Cada um vota conforme quer”, afirmou.

 

“A ELEIÇÃO TERMINOU. E O ÓDIO PRECISA TERMINAR TAMBÉM”

Na parte final do pronunciamento, Ariovaldo defendeu que a população supere as disputas eleitorais e passe a concentrar esforços na cobrança de ações dos governantes eleitos.

O vereador mencionou a necessidade de reivindicar melhorias na BR-470, rodovia importante para Lagoa Vermelha e região.

“Vamos nos unir e cobrar o presidente Lula. Vamos cobrar a 470. Todos nós”, afirmou.

Para o parlamentar, a participação democrática não termina com a votação e deve continuar por meio da fiscalização e da cobrança de resultados dos representantes eleitos.

“A eleição terminou. E o ódio precisa terminar também”, declarou.

Ao encerrar, Ariovaldo pediu que Charise reveja seus posicionamentos e deixe de estimular, segundo sua avaliação, a intolerância entre os moradores.

“Isso não nos leva a nada. Ou melhor, pode nos levar a algo muito mais grave do que aconteceu nessas eleições”, concluiu.

O pronunciamento integrou uma sessão marcada por divergências políticas após o resultado presidencial. Além de Ariovaldo, as vereadoras Charise Bresolin (PP) e Paula Castilhos (PT) também utilizaram a tribuna para apresentar avaliações sobre as eleições, evidenciando a repercussão da disputa nacional no ambiente político de Lagoa Vermelha.

 

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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