
O vice-prefeito de Lagoa Vermelha, Alessandro Muliterno, destacou o orgulho pelas raízes gaúchas e a importância de transmitir os valores e tradições às novas gerações durante sua manifestação nos atos oficiais que antecederam o Desfile Farroupilha, realizado neste sábado, 26 de setembro, na Avenida Afonso Pena.
Em seu pronunciamento, Muliterno saudou autoridades, tradicionalistas e a comunidade, além de reconhecer o trabalho das pessoas envolvidas na organização dos Festejos Farroupilhas e daqueles que participaram do desfile, tanto a cavalo quanto a pé.
O vice-prefeito colocou o orgulho como um dos pontos centrais de sua manifestação, relacionando-o à história do Rio Grande do Sul e à permanência dos costumes através das gerações.
“O ORGULHO ULTRAPASSOU GERAÇÕES”
Ao abordar a Revolução Farroupilha, Alessandro Muliterno defendeu a necessidade de compreender seus reflexos históricos para além do resultado do conflito.
“O orgulho ultrapassou gerações”, afirmou.
Ao mesmo tempo, o vice-prefeito fez uma ressalva aos episódios de violência ocorridos durante o período.
“Não temos orgulho dos massacres que essa revolução, infelizmente, nas páginas negras, trouxe também”, declarou.
Muliterno relacionou a continuidade das tradições à presença, ainda hoje, de elementos da indumentária e dos costumes gaúchos, destacando pessoas que seguem utilizando bota, bombacha e outros símbolos ligados à identidade regional.
LAGOA VERMELHA E SUA LIGAÇÃO COM O TRADICIONALISMO
Durante o pronunciamento, o vice-prefeito também destacou a forte relação de Lagoa Vermelha com as manifestações tradicionalistas.
“Temos orgulho de ter uma cidade que respira e transpira tradicionalismo”, afirmou.
Na sequência, lembrou dois reconhecimentos diretamente ligados à identidade cultural do município: Capital Nacional do Churrasco e Capital Nacional da Chula.
Para Muliterno, essa ligação com a tradição também tem influência na formação dos jovens.
“Temos que ter orgulho desse chão, pois, afinal de contas, é esse chão que vai moldar os nossos jovens”, declarou.
O vice-prefeito também recordou sua própria ligação com o tradicionalismo, afirmando que foi em Lagoa Vermelha que deu seus primeiros passos dentro do movimento.
RESPONSABILIDADE COM AS NOVAS GERAÇÕES
Na parte final de sua manifestação, Alessandro Muliterno direcionou a mensagem para o futuro.
Segundo ele, preservar aquilo que foi construído por pais e avós exige que a atual geração assuma a responsabilidade de transmitir esses valores aos mais jovens.
“Não podemos parar por aqui”, ressaltou.
Muliterno afirmou que o orgulho recebido das gerações anteriores precisa se multiplicar entre os jovens, garantindo a continuidade da tradição.
Para encerrar, o vice-prefeito convidou o público a participar de uma manifestação coletiva. Diante dos tradicionalistas e da comunidade reunida na Avenida Afonso Pena, perguntou se todos estavam preparados para dar continuidade a esse legado e concluiu com o chamado: “Viva o Rio Grande do Sul”.
A manifestação antecedeu o início do Desfile Farroupilha, que reuniu forças de segurança, CTGs, piquetes, grupos culturais, entidades, cavalarianos, prendas, peões e famílias de Lagoa Vermelha e região.
Reportagem/Foto: Marcos Roberto Nepomuceno

O vice-prefeito de Lagoa Vermelha, Alessandro Muliterno, destacou o orgulho pelas raízes gaúchas e a importância de transmitir os valores e tradições às novas gerações durante sua manifestação nos atos oficiais que antecederam o Desfile Farroupilha, realizado neste sábado, 26 de setembro, na Avenida Afonso Pena.
Em seu pronunciamento, Muliterno saudou autoridades, tradicionalistas e a comunidade, além de reconhecer o trabalho das pessoas envolvidas na organização dos Festejos Farroupilhas e daqueles que participaram do desfile, tanto a cavalo quanto a pé.
O vice-prefeito colocou o orgulho como um dos pontos centrais de sua manifestação, relacionando-o à história do Rio Grande do Sul e à permanência dos costumes através das gerações.
“O ORGULHO ULTRAPASSOU GERAÇÕES”
Ao abordar a Revolução Farroupilha, Alessandro Muliterno defendeu a necessidade de compreender seus reflexos históricos para além do resultado do conflito.
“O orgulho ultrapassou gerações”, afirmou.
Ao mesmo tempo, o vice-prefeito fez uma ressalva aos episódios de violência ocorridos durante o período.
“Não temos orgulho dos massacres que essa revolução, infelizmente, nas páginas negras, trouxe também”, declarou.
Muliterno relacionou a continuidade das tradições à presença, ainda hoje, de elementos da indumentária e dos costumes gaúchos, destacando pessoas que seguem utilizando bota, bombacha e outros símbolos ligados à identidade regional.
LAGOA VERMELHA E SUA LIGAÇÃO COM O TRADICIONALISMO
Durante o pronunciamento, o vice-prefeito também destacou a forte relação de Lagoa Vermelha com as manifestações tradicionalistas.
“Temos orgulho de ter uma cidade que respira e transpira tradicionalismo”, afirmou.
Na sequência, lembrou dois reconhecimentos diretamente ligados à identidade cultural do município: Capital Nacional do Churrasco e Capital Nacional da Chula.
Para Muliterno, essa ligação com a tradição também tem influência na formação dos jovens.
“Temos que ter orgulho desse chão, pois, afinal de contas, é esse chão que vai moldar os nossos jovens”, declarou.
O vice-prefeito também recordou sua própria ligação com o tradicionalismo, afirmando que foi em Lagoa Vermelha que deu seus primeiros passos dentro do movimento.
RESPONSABILIDADE COM AS NOVAS GERAÇÕES
Na parte final de sua manifestação, Alessandro Muliterno direcionou a mensagem para o futuro.
Segundo ele, preservar aquilo que foi construído por pais e avós exige que a atual geração assuma a responsabilidade de transmitir esses valores aos mais jovens.
“Não podemos parar por aqui”, ressaltou.
Muliterno afirmou que o orgulho recebido das gerações anteriores precisa se multiplicar entre os jovens, garantindo a continuidade da tradição.
Para encerrar, o vice-prefeito convidou o público a participar de uma manifestação coletiva. Diante dos tradicionalistas e da comunidade reunida na Avenida Afonso Pena, perguntou se todos estavam preparados para dar continuidade a esse legado e concluiu com o chamado: “Viva o Rio Grande do Sul”.
A manifestação antecedeu o início do Desfile Farroupilha, que reuniu forças de segurança, CTGs, piquetes, grupos culturais, entidades, cavalarianos, prendas, peões e famílias de Lagoa Vermelha e região.
Reportagem/Foto: Marcos Roberto Nepomuceno